5 dicas para sair do automático e voltar com uma boa história para contar
Entre compromissos, telas e tarefas que se repetem todos os dias, é fácil entrar no modo automático. E também é comum associar experiências memoráveis a grandes viagens, férias ou ocasiões especiais. Mas algumas das histórias que mais ficam na memória nascem justamente de momentos simples, quando existe disposição para experimentar algo diferente.
Para o empreendedor e diretor criativo Deco Neves, criar boas memórias tem menos a ver com grandes acontecimentos e mais com se colocar em movimento. “A gente sempre gostou mais da ideia de voltar com uma boa história para contar do que de fazer alguma coisa perfeitamente. Às vezes, o que vira memória é justamente o desvio, o perrengue ou aquilo que ninguém tinha planejado”, afirma.
A seguir, confira 5 dicas para sair do automático e voltar com uma boa história para contar!
Esperar as próximas férias, ter mais dinheiro ou conseguir organizar todos os detalhes pode fazer com que algumas experiências sejam adiadas indefinidamente. Nem toda memória precisa nascer de um grande acontecimento. Fazer um programa diferente, experimentar uma atividade nova ou simplesmente mudar um hábito da rotina já pode abrir espaço para novas histórias.
“Tem muito essa sensação de que primeiro tudo precisa estar organizado para depois a gente viver. Só que várias das histórias mais legais começam justamente quando alguém resolve dar o primeiro passo”, diz Deco Neves.
Planejar ajuda, mas controlar cada etapa também pode eliminar aquilo que torna uma experiência única: o inesperado. Uma mudança de planos, uma conversa que surgiu no caminho ou um convite de última hora podem acabar se tornando justamente aquilo que será lembrado depois. “Às vezes, você começa uma experiência imaginando que vai viver uma coisa e termina contando uma história completamente diferente. Deixar espaço para isso acontecer faz parte”, afirma.
Nem toda atividade precisa terminar em conquista , recorde ou resultado. Experimentar alguma coisa nova também pode valer simplesmente pelo prazer da experiência. Isso pode significar começar um esporte sem preocupação em ser bom, aprender alguma habilidade nova ou retomar algo que gostava de fazer sem transformar o hobby em mais uma obrigação.
“Nem tudo precisa virar uma meta. Você pode começar alguma coisa, ser ruim nela, dar risada e ainda assim ter vivido um baita momento.
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