Sobreviventes de massacres no campo gaúcho rompem o silêncio e cobram reparação
Correr de um avião quando se é criança não deveria ser um gesto de sobrevivência, mas, para Marta Aparecida Serpa, foi.
Ela recordou quando correu com medo das asas de metal que sobrevoaram o acampamento de Salto do Jacuí, no interior do Rio Grande do Sul, espalhando uma nuvem invisível e asfixiante de veneno sobre […] Fonte
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