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Professor de direito da UFMT investigado por assédio e ameaça é solto

G1 Mato Grosso ·
Professor de direito da UFMT investigado por assédio e ameaça é solto

Professor de direito da UFMT Saulo Tarso Rodrigues foi condenado a 10 meses e 15 dias de reclusão por perseguir a ex-companheira, em um caso de violência doméstica e de gênero. — Foto: Reprodução Reprodução O professor de direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, investigado por assédio e ameaça contra uma aluna, teve a prisão preventiva revogada pela Justiça de Mato Grosso nesta terça-feira (1º).

Ao g1, a defesa de Saulo informou que o processo segue em sigilo e não vai comentar o assunto. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A prisão havia sido decretada pela Justiça e cumprida pela Polícia Civil no dia 10 de agosto deste ano.

Segundo o documento assinado pela juíza Henriqueta Ferreira Lima, ele teria violado as restrições judiciais em diferentes ocasiões, incluindo contato indireto com a vítima, abordagem de testemunhas e divulgação de informações sigilosas sobre o processo.

Agora no g1 Ao g1, a defesa da estudante afirmou que as medidas cautelares impostas anteriormente seguem ativas.

"A defesa da estudante recebe com tranquilidade a decisão que determinou a soltura do réu Saulo Tarso Rodrigues, e que manteve vigentes as cautelares anteriormente impostas.

O réu possui o direito de responder o processo em liberdade, caso não venha a violar novamente as medidas fixadas pela justiça", afirmou a defesa.

Segundo a UFMT, o professor foi afastado cautelarmente no dia 24 de julho, para investigação de uma denúncia de assédio, insistência em contatos e ameaças contra uma estudante do curso, no campus Cuiabá.

Em nota, a universidade afirmou que a medida foi adotada em caráter preventivo, por meio de portaria da Reitoria, no âmbito de um procedimento administrativo instaurado pela instituição.

Na época, o professor afirmou ao g1 que "inexiste qualquer mensagem, e-mail, conversa ou documento" enviados por ele que não seja de teor acadêmico.

O professor afirmou que o conflito começou após denúncias feitas pela esposa dele, também estudante de direito, de que a vítima, supostamente, mantinha dois vínculos na graduação e recebia benefício incompatível com a situação socioeconômica.

Condenação por stalking Na última segunda-feira (21), a Justiça condenou Saulo por perseguir a ex-companheira.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), entre setembro e outubro de 2022, o professor passou a enviar e-mails de forma insistente para a vítima, mesmo sem autorização dela.

Durante o processo, a defesa de Saulo tentou anular a ação alegando problemas na realização de uma audiência e questionando a validade das provas digitais, que eram os e-mails enviados à vítima.

Os pedidos foram rejeitados pela Justiça.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.

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