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Oswaldinho do Acordeon morre aos 72 anos

Jovem Pan ·

Oswaldinho do Acordeon morreu no domingo, 25, aos 72 anos.

A notícia foi confirmada nas redes sociais do artista.

A causa da morte e informações sobre o enterro não foram divulgadas.

Referência no acordeon, o músico dedicou cerca de seis décadas à carreira fonográfica e ficou conhecido pela técnica e pela capacidade de explorar diferentes possibilidades sonoras da sanfona.

Ao longo da trajetória, aproximou ritmos nordestinos de gêneros como rock, jazz, blues e música erudita, ampliando as possibilidades de experimentação dentro do forró.

A morte repercutiu entre artistas da música brasileira.

Chico César lamentou a perda ao compartilhar a notícia nas redes sociais.

“Adeus, mestre.

Você e sua música seguem em nossos corações”, escreveu.

O guitarrista Nelson Faria também prestou homenagem: “Hoje se foi um dos maiores sanfoneiros que esse País já conheceu.

Vai fazer falta.” A influência de Pedro Sertanejo e o contato com mestres da sanfona Nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em 5 de junho de 1954, Oswaldo de Almeida e Silva, conhecido artisticamente como Oswaldinho do Acordeon, cresceu em uma família ligada à música.

Filho do sanfoneiro baiano Pedro Sertanejo (1927-1997), teve contato com o instrumento desde cedo e aprendeu a tocá-lo de forma autodidata, incentivado pelo pai.

A convivência com nomes fundamentais da música nordestina também contribuiu para sua formação.

Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Sivuca frequentavam a casa de Pedro Sertanejo, proporcionando ao jovem músico contato próximo com diferentes formas de tocar e interpretar a sanfona.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.

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