domingo, 25 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Perfumes árabes ganham mercado, e Boticário faz investimento recorde› Ganhar a eleição é uma coisa. Liderar o país é outra› Mega-Sena: quanto R$ 230 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro› Mercado vê contradições de Flávio na economia, mas dá benefício da dúvida› Sequestro de um avião na ditadura terminou com a execução de marinheiro› BC mira comissões de plataformas após caso Banco Master› 'Bilhete premiado' de até R$ 14 bi da Oncoclinicas é suspenso por liminar› Oncoclínicas protocola novo plano com 50% de adesão e R$ 5,7 bi de dívida› Oncoclínicas submete nova versão de plano de recuperação extrajudicial› Como data centers dos EUA viraram motor da 'fábrica de bilionários' no Brasil› Perfumes árabes ganham mercado, e Boticário faz investimento recorde› Ganhar a eleição é uma coisa. Liderar o país é outra› Mega-Sena: quanto R$ 230 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro› Mercado vê contradições de Flávio na economia, mas dá benefício da dúvida› Sequestro de um avião na ditadura terminou com a execução de marinheiro› BC mira comissões de plataformas após caso Banco Master› 'Bilhete premiado' de até R$ 14 bi da Oncoclinicas é suspenso por liminar› Oncoclínicas protocola novo plano com 50% de adesão e R$ 5,7 bi de dívida› Oncoclínicas submete nova versão de plano de recuperação extrajudicial› Como data centers dos EUA viraram motor da 'fábrica de bilionários' no Brasil
Tecnologia

YouTube infringiu regra do TSE ao indicar vídeo de candidato, diz UFRJ

UOL Tilt ·
YouTube infringiu regra do TSE ao indicar vídeo de candidato, diz UFRJ

Pesquisadores flagraram o YouTube recomendando vídeos de candidatos que concorreram nas eleições brasileiras de 2026. A prática está vetada desde 2024, quando uma resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proibiu as plataformas de recomendar, no feed orgânico, conteúdos de canais que as campanhas declararam à Justiça Eleitoral.

A constatação é do NetLab, laboratório da UFRJ, em nota técnica divulgada neste sábado (24) a qual a coluna teve acesso. Consultado pela reportagem, o YouTube informou que não se manifestaria.

Em nove dias de coleta, de 26 de setembro a 4 de outubro, os pesquisadores registraram 44 recomendações de vídeos de 26 canais oficiais de candidatos, boa parte deles listados no cadastro do TSE.

Para realizar o experimento, a equipe criou três "personas" em navegadores sem login: uma alinhada ao presidente Lula, candidato do PT à reeleição; outra ao senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PT); e uma de controle, que só via entretenimento, futebol e afins. Cada uma foi "treinada" assistindo 30 segundos de vídeos de 36 canais escolhidos. Três vezes por dia (10h, 15h e 20h), um robô abria os Shorts da página inicial e registrava os 50 primeiros vídeos sugeridos. Depois, os canais recomendados foram cruzados com a lista de redes sociais das candidaturas publicada pelo TSE.

No total, foram 3.649 recomendações vindas de 2.459 canais. As de candidatos foram poucas, cerca de uma em cada 83. Mas a regra não prevê margem de tolerância: o canal declarado simplesmente não pode aparecer.

Há o outro lado do balcão. Sete candidatos tiveram vídeos recomendados por canais que não estavam no cadastro do TSE. Cinco não declararam o YouTube: Bruno Pedrosa (PT-CE), Emily Santos (PL-PI), Olivia Motta (Republicanos-PB), Delegado Edson Moreira (PL-MG) e Gabi Magsan (PODE-SP). Dois informaram um endereço diferente do canal que usam: Wanderley Pedroso (PRD-SP) e Mendonça Filho (PL-PE).

A recomendação de conteúdo é explicitamente proibida pelo TSE. A Resolução nº 23.732 de 2024 diz que "os provedores de aplicação que utilizarem sistema de recomendação a usuárias e usuários deverão excluir dos resultados os canais e perfis informados à Justiça Eleitoral nos termos do § 1º deste artigo e, com exceção das hipóteses legais de impulsionamento pago, os conteúdos neles postados".

O Google entregou ao TSE o plano de conformidade exigido pela Portaria 463/2026, que vale para Busca, YouTube e Gemini. Ainda que a empresa tenha se comprometido a seguir as regras eleitorais, o documento não menciona o compromisso de excluir canais de candidatos das recomendações. Os pesquisadores classificam isso como "governança de fachada". O laboratório já tinha encontrado o mesmo problema no TikTok, e o Sleeping Giants, no X.

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Tilt ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Tilt.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Tilt

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›