Executivos do Goldman Sachs são investigados por suspeita de fraude no caso Oncoclínicas
Continua após a publicidade Dois executivos ligados ao Goldman Sachs foram apontados como suspeitos em uma investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre uma operação com ações da Oncoclínicas.
As informações foram publicadas pela Reuters e pelo Financial Times , que tiveram acesso a documentos do caso.
A apuração envolve Felipe Guerra Acosta e Natan Lima Reinig.
Segundo as reportagens, a polícia investiga se informações sobre os donos de uma participação na Oncoclínicas foram apresentadas de maneira inadequada ao mercado durante uma reorganização acionária.
O documento policial aponta que os executivos teriam participado conscientemente de uma operação que, na avaliação dos investigadores, poderia ter levado a erro a Oncoclínicas, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a B3 e os acionistas.
Continua após a publicidade As conclusões da polícia não representam uma condenação nem uma denúncia formal.
Caberá ao Ministério Público analisar o material e decidir se há elementos para apresentar uma acusação à Justiça.
Os dois executivos não foram condenados.
Em manifestação enviada à Reuters, o Goldman Sachs afirmou que as alegações não têm fundamento e que acredita ter agido corretamente.
Procurada pela agência, a Oncoclínicas não comentou o caso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.