Saiba como funcionam taxímetros adulterados de corridas que partiam do Galeão e chegavam a custar quase 10 vezes mais
A Polícia Civil descobriu uma quadrilha suspeita de adulterar taxímetros, no aeroporto internacional do Rio de Janeiro A Polícia Civil descobriu uma quadrilha suspeita de adulterar taxímetros no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.
As corridas chegavam a custar quase dez vezes mais do que o normal.
Em um vídeo, um homem identificado na investigação com o apelido de "Negão" mostra a um taxista os truques do golpe.
O equipamento clandestino é instalado atrás do botão do porta-mala.
Quando acionado, dispara o taxímetro, aumentando imediatamente o preço da corrida.
“Este é o dispositivo que contém dentro dele este chip que altera o taxímetro e ele é ligado diretamente lá por baixo, onde tem esse acionador aqui, fica embaixo do carpete ou no forro, onde o taxista pode pressionar e movimentar.
O taxímetro está parado, ele vai acionar, aciona e vai começar a correr”, explica. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A Polícia Civil fez nesta quinta-feira (8) uma operação contra a quadrilha no aeroporto internacional do Rio.
Trinta e três suspeitos foram levados para a delegacia.
Nenhum deles faz parte da cooperativa que presta serviços no Galeão.
Saiba como funcionam taxímetros adulterados de corridas que partiam do Galeão e chegavam a custar quase 10 vezes mais Jornal Nacional/ Reprodução As investigações começaram em janeiro de 2026, quando um passageiro desembarcou no Galeão e foi logo abordado por alguém uniformizado e com radiotransmissor oferecendo um táxi.
Ele foi encaminhado ao veículo e estranhou as várias tentativas do taxista em distraí-lo ao longo do percurso.
Ao final da corrida, o susto.
O valor cobrado do taxímetro era 50% acima do preço normal.
Os policiais identificaram cobranças abusivas de até R$ 900 em corridas entre o aeroporto e bairros da Zona Sul.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.