quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Trump diz que Lula pediu para ele não tomar lado na eleição, mas que situação do Brasil é 'vergonhosa'; siga› Venezuela vai oferecer ativos estatais ao setor privado, diz presidente interina› Aliado de Flávio atribui ao ChatGPT erro ao usar brasão antigo do 'Brazil'› Feminicídios caem 19% na cidade de SP de janeiro a setembro, diz SSP› Trump e assessores ajudaram Flávio a fugir do Brasil, diz NYT› MultiRio prepara Semana de Educação Midiática com lançamentos de projetos› Homem sofre traumatismo craniano após agressão em Apucarana› Pretensão de Flávio Bolsonaro à liderança não consegue apoio de aliados no Brasil› Lula agradece ex-presidente argentino e cita saudades de relação civilizada› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas› Trump diz que Lula pediu para ele não tomar lado na eleição, mas que situação do Brasil é 'vergonhosa'; siga› Venezuela vai oferecer ativos estatais ao setor privado, diz presidente interina› Aliado de Flávio atribui ao ChatGPT erro ao usar brasão antigo do 'Brazil'› Feminicídios caem 19% na cidade de SP de janeiro a setembro, diz SSP› Trump e assessores ajudaram Flávio a fugir do Brasil, diz NYT› MultiRio prepara Semana de Educação Midiática com lançamentos de projetos› Homem sofre traumatismo craniano após agressão em Apucarana› Pretensão de Flávio Bolsonaro à liderança não consegue apoio de aliados no Brasil› Lula agradece ex-presidente argentino e cita saudades de relação civilizada› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas
Tecnologia

Cientistas conseguem prever efeito quântico com precisão inédita

Olhar Digital ·
Cientistas conseguem prever efeito quântico com precisão inédita

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade Yale, nos Estados Unidos, desenvolveram um método capaz de calcular com alta precisão o efeito Kondo, um fenômeno da física quântica que altera a resistência elétrica de metais com impurezas magnéticas.

O avanço permite prever propriedades de materiais reais por meio de cálculos fundamentais , sem depender inicialmente de resultados experimentais.

Publicado na revista Science , o estudo representa um avanço na compreensão de materiais cujos elétrons apresentam comportamentos complexos.

Em alguns casos, a nova abordagem foi até 100 vezes mais precisa do que métodos simplificados usados anteriormente.

A técnica também pode abrir caminho para investigar materiais mais complexos, como supercondutores de alta temperatura.

Para quem tem pressa: Pesquisadores do Caltech e da Universidade Yale desenvolveram um método para calcular o efeito Kondo; O fenômeno altera a resistência elétrica de metais que contêm impurezas magnéticas; A técnica utiliza princípios fundamentais da física quântica, sem depender inicialmente de resultados experimentais; Em alguns casos, o método foi até 100 vezes mais preciso que modelos simplificados; A abordagem pode ajudar a investigar supercondutores de alta temperatura e materiais magnéticos quânticos.

O que é o efeito Kondo? Em condições comuns, a resistência elétrica dos metais diminui à medida que eles esfriam, permitindo que os elétrons se movimentem com mais facilidade.

Porém, quando o material contém pequenas impurezas magnéticas, esse comportamento pode mudar: abaixo de uma temperatura específica, chamada temperatura Kondo, a resistência elétrica volta a aumentar.

O efeito Kondo altera a resistência elétrica de metais com impurezas magnéticas em baixas temperaturas. (Imagem: CfA/Mel Weiss) Esse fenômeno ocorre porque os elétrons do metal interagem com os associados às impurezas magnéticas.

Essas interações podem neutralizar o magnetismo dos átomos e, ao mesmo tempo, dificultar o fluxo da corrente elétrica.

Embora os cientistas já conhecessem os mecanismos envolvidos, prever o comportamento do efeito Kondo com precisão era um desafio.

Temperatura, magnetismo e propriedades dos elétrons interagem em escalas microscópicas, criando um problema quântico complexo, conhecido como problema de muitos corpos.

Até agora, os pesquisadores dependiam de experimentos e modelos simplificados para estimar o fenômeno.

Essas abordagens, porém, não conseguiam prever com a mesma precisão como diferentes combinações de metais e impurezas magnéticas se comportariam.

Ler a notícia completa no Olhar Digital ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.

Mais de Olhar Digital

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›