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MP abre investigação para apurar morte de bebê no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

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MP abre investigação para apurar morte de bebê no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) , por meio da Promotoria de Ribeirão Preto , abriu um inquérito para apurar as circunstâncias que levaram uma recém-nascida a morrer durante o parto no Hospital das Clínicas de Ribeirão.

Na portaria de instauração do inquérito civil, o promotor de Justiça Moacir Tonani Junior relata que “a apuração irá verificar se a recém-nascida teria morrido em decorrência de um trauma cranioencefálico causado por um corte de bisturi na cabeça feito durante o parto”.

Esta é a principal suspeita até o momento.

Continua após a publicidade Continua após a publicidade Segundo o Ministério Público, Tonani Junior determinou diligências, como a expedição de ofício ao superintendente regional do Hospital das Clínicas para que informe a qualificação completa de toda a equipe médica responsável pelos procedimentos realizados na gestante e na bebê e que forneça detalhes sobre o procedimento administrativo interno instaurado pela instituição para apurar os fatos.

Além disso, solicitou à Delegacia Seccional de Polícia de Ribeirão Preto cópias integrais do inquérito policial instaurado para apurar os ilícitos na esfera criminal.

Continua após a publicidade Continua após a publicidade O que diz o HC Ribeirão O caso envolve múltiplos fatores que não permitem ao Hospital antecipar qualquer conclusão sobre o evento.

Tão logo tomou conhecimento dos fatos, o HCFMRP-USP determinou a instauração de comissão de apuração, composta por profissionais que não participaram direta ou indiretamente do atendimento.

Diante da gravidade e do impacto do caso, especialmente para a família, o Hospital entendeu necessária uma análise técnica, isenta e aprofundada, evitando conclusões precipitadas.

Continua após a publicidade A comissão avaliará todos os elementos relacionados ao atendimento, inclusive as circunstâncias do parto, as condições clínicas do feto, o contexto de prematuridade e o caráter de urgência do procedimento.

Paralelamente, o Hospital prestará todas as informações solicitadas pelas autoridades competentes que também venham a apurar o caso.

Neste momento, o HCFMRP-USP não avançará em outros detalhes, em respeito à dor da família, à apuração ainda em curso e ao dever de preservar o sigilo dos dados médicos envolvidos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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