Com ordem judicial travada, pais criam campanha para transferir bebê de 1 ano internado em Sorocaba
Família sorocabana briga na justiça por transferência de bebê a hospital de São Paulo A família do bebê Vicente Picoli Pires, de 1 ano e 2 meses, iniciou uma campanha nas redes sociais para arrecadar R$ 720 mil e custear a transferência da criança de Sorocaba (SP) para um hospital especializado na capital.
Diagnosticado com malformação cerebral, o menino está internado há cinco meses em uma unidade particular sorocabana.
A vaquinha foi criada após a operadora do plano de saúde negar a mudança de hospital, mesmo com autorização da Justiça e do Ministério Público (MP-SP). 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O hospital afirma que "não houve, em nenhum momento, negativa de transferência do paciente".
Segundo a instituição, o transporte não foi feito devido a uma contraindicação médica motivada pela gravidade do quadro clínico e pelos riscos do trajeto (veja mais detalhes abaixo).
O bebê foi diagnosticado com uma malformação no sistema nervoso central ainda na gestação.
Segundo a mãe, Gabrielle Picoli de Freitas, o filho apresentou complicações aos 9 meses, quando passou a ter vômitos frequentes por causa do aumento da pressão intracraniana.
Em apenas um ano de vida, a criança já passou por 12 cirurgias cerebrais.
Em uma publicação nas redes sociais, Gabrielle menciona que após tantas cirurgias, o caso de Vicente tem apresentado novas complexidades.
"Nos últimos quatro meses de internação, o Vicente passou por diversas operações, enfrentou uma meningite fúngica, foi intubado 13 vezes e sofreu uma parada cardiorrespiratória.
A criança ativa que tínhamos antes, hoje vive deitada em um leito, frequentemente sedada, alimentando-se por sonda e carregando graves sequelas neurológicas", desabafa a mãe.
Bebê de um ano está internado na UTI pediátrica desde março de 2026 Gabrielle Picoli / Redes Sociais No hospital onde o Vicente está internado, o quadro de funcionários conta apenas com neurocirurgiões gerais, sem a especialidade de neurocirurgia pediátrica.
Por isso, Gabrielle buscou a opinião de outros médicos pediátricos para entender o que é possível fazer no tratamento do filho.
Segundo ela, um especialista apontou as possibilidades de diagnóstico da criança e atestou a necessidade imediata da transferência do bebê para um dos hospitais em que teriam mais suporte para acompanhar o caso.
A esperança é que Vicente possa receber um atendimento especializado o mais breve possível.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.