Réus por estupro coletivo em Copacabana são ouvidos na última audiência de processo
Os quatro réus que respondem pelo estupro coletivo de uma menor de idade em Copacabana, na Zona Sul do Rio, em janeiro deste ano, foram ouvidos na última audiência do processo.
Na audiência realizada na quinta-feira (13), foram ouvidas as testemunhas de defesa e os quatro réus adultos acusados pelo crime: Bruno Felipe dos Santos Allegretti João Gabriel Xavier Bertho Matheus Verissimo Zoel Martins Vitor Hugo Oliveira Simonin Em julho, foram ouvidas todas as testemunhas de acusação.
Os quatro réus respondem por estupro coletivo e cárcere privado qualificado na 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e Adolescente (Veca).
Réus por estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, em janeiro de 2026 Reprodução/Fantástico Matheus Veríssimo e Vitor Hugo respondem a outras acusações de estupro, que chegaram à 12ª DP (Copacabana) após o caso ser divulgado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Atualmente, todos eles estão presos no Presídio Juíza de Direito Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.
Próximos passos Após o fim das audiências, o Ministério Público terá 10 dias para enviar suas alegações finais, seguido do mesmo prazo para que as defesas dos quatro réus também apresentem seus argumentos.
Só depois disso, o caso será avaliado pelo juiz responsável pelo caso na Veca.
A previsão é que a sentença saia em setembro.
Adolescente internado no Degase Um adolescente envolvido no crime também foi levado à Justiça e teve a internação determinada pela Vara da Infância e Juventude da Capital.
Na ocasião, a juíza Vanessa Cavalieri destacou a gravidade do crime e determinou que ele fosse internado compulsoriamente em uma unidade do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase).
Em nota, a defesa de Bruno Alegretti afirmou que seu cliente é inocente e que terá nesta sexta-feira a chance de falar pela primeira vez sobre o caso.
"Bruno é inocente e está preso há cinco meses sem que, até hoje, tenha tido a oportunidade de ser ouvido pelas autoridades.
Hoje, finalmente, terá voz.
Pela primeira vez falará sobre fatos e responderá a todas as perguntas.
A verdade também precisa ser ouvida", disse o advogado Edson Fontes.
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