Moda boiadeira: como mãe e filha faturam mais de R$ 60 mil por mês com tendência country
Marca de joias inspiradas no agro fatura R$ 60 mil por mês e já tem 17 franquias Uma encomenda personalizada abriu caminho para um negócio que uniu moda, agronegócio e empreendedorismo.
Em Goiânia, mãe e filha transformaram símbolos do campo em uma marca especializada de semijoias voltadas ao público agro.
Hoje, a empresa registra faturamento mensal de R$ 60 mil, produz cerca de 10 mil peças por mês e opera uma rede com mais de 17 unidades no Brasil e uma na Colômbia.
As sócias Cecília Castro e Helena Castro já tinham experiência no setor.
A família atua há mais de duas décadas no mercado de joias por meio de outra marca fundada pela sogra de Cecília.
A virada aconteceu quando uma cliente perguntou se ela desenvolveria uma peça ligada ao universo agropecuário.
A sugestão chamou atenção para uma oportunidade ainda pouco explorada.
"Ela perguntou: por que você não faz alguma peça voltada para as mulheres do agro?", relembra Cecília.
A partir dali, surgiu a ideia de criar acessórios inspirados na vida no campo para um público que desejava manter a conexão com suas origens e estilo de vida.
As primeiras peças foram um broto, um chapéu e um colar com pequenas botas, símbolos que dialogavam tanto com a agricultura quanto com a pecuária.
A aceitação foi rápida.
"Foi uma tiragem de 300 peças.
Em mais ou menos 20 dias não tinha mais nada", afirma a empresária.
Diante da demanda, as empreendedoras decidiram criar uma nova marca exclusivamente voltada ao segmento agro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.