Infográfico: entenda a cronologia do caso Samylle, menina de 4 anos morta após agressões no RS
Caso Samylle: mais pessoas da família podem ser investigadas, diz delegada O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul manteve a prisão preventiva de Nicolas Gabriel Almeida Staubus, de 22 anos, que confessou ter agredido a sobrinha Samylle Valentina Borba Ramiro, de 4 anos.
Samylle morreu na última segunda-feira (17).
Ela foi levada já sem vida pelos tios a uma UPA em Porto Alegre, com manchas roxas pelo corpo. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Um infográfico do g1 reúne os principais acontecimentos desde abril de 2025, quando a família passou a ser atendida pela rede de proteção.
Veja abaixo.
O atestado de óbito apontou politraumatismo como causa da morte.
O que falta esclarecer A Polícia Civil trata o caso como homicídio doloso e aguarda os laudos da perícia para esclarecer as circunstâncias da morte.
A investigação também busca determinar o horário em que Samylle morreu e comparar essa informação com o momento em que ela foi levada à unidade de saúde.
Outras pessoas também podem ser investigadas, segundo a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso.
"No momento da morte, estava somente o suspeito e a menina.
Porém, claro, conforme o laudo pericial constatar outras lesões ou alguma outra informação, podemos abranger, aumentar esse leque", afirmou a delegada.
O suspeito é assistido pela Defensoria Pública e a Polícia Civil tem o prazo de 10 dias para concluir o inquérito.
Os procedimentos judiciais relacionados à família tramitam em segredo de Justiça porque envolvem crianças.
Samylle morava há cerca de dois meses com os tios, com aval do Conselho Tutelar.
Ela chamava de pai o homem investigado pelo crime.
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