Pedro Bial revela ter enfisema pulmonar: entenda a doença ligada ao cigarro
O jornalista Pedro Bial , de 68 anos, revelou em entrevista publicada nesta quarta-feira, 7 que passa por um tratamento para o enfisema pulmonar .
Em conversa com a GQ Brasil , o apresentador da TV Globo diz que, embora tenha largado o cigarro há 18 anos, ainda lida com as consequências do tabagismo.
“Sou um arrependimento ambulante”, disse Bial, que se definiu como “um fumante bravo” no passado.
Mas, afinal, o que é o enfisema? E como esse problema de saúde é tratado? O que é um enfisema pulmonar? O enfisema pulmonar é uma doença caracterizada pelo comprometimento dos alvéolos , estruturas que ficam na parte final dos brônquios – espécies de “tubos” de cartilagem que conduzem o ar para dentro dos pulmões.
Nos alvéolos, ocorre a absorção do oxigênio pela corrente sanguínea.
Atualmente, o diagnóstico de enfisema não costuma mais aparecer de forma isolada: em vez disso, ele surge em conjunto com a bronquite crônica e compõe o que é conhecido pelos médicos como doença pulmonar obstrutiva crônica, ou DPOC .
Os danos aos alvéolos ocorrem em função da exposição continuada a fumaças e gases poluentes.
Mas, embora a poluição atmosférica extrema possa levar a alguns casos de enfisema em situações raras, a imensa maioria dos pacientes fica doente como consequência da exposição ao cigarro .
Continua após a publicidade Pedro Bial definiu seu enfisema como “pequeno”.
Em casos mais leves, os sintomas podem se limitar a dificuldades respiratórias pontuais.
Já em pessoas com quadros graves, a dificuldade de obter oxigênio começa a comprometer a saúde de modo geral, afetando o funcionamento do corpo e dos órgãos, incrementando o risco de outras doenças e de morte .
Enfisema tem tratamento? O tratamento para um enfisema varia de acordo com a gravidade do quadro.
Em casos mais leves, medicamentos de uso mais corriqueiro, como broncodilatadores e anti-inflamatórios, podem ser suficientes para aliviar os sintomas.
Continua após a publicidade Comprometimentos respiratórios mais severos, porém, podem exigir abordagens como suplementação de oxigênio e até um transplante de pulmão.
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