Do Plenário à Agenda 2030: STF transforma sustentabilidade em prática institucional
Emissões medidas, energia solar gerada, resíduos separados e milhares de mudas do Cerrado plantadas.
Na administração do Supremo Tribunal Federal (STF), a Agenda 2030 ganha forma em escolhas que vão do abastecimento da frota ao planejamento das contratações.
O conjunto aproxima a rotina da Corte dos objetivos relacionados à energia limpa, ao consumo responsável, ao enfrentamento das mudanças climáticas, à proteção da vida terrestre, ao fortalecimento das instituições e à construção de parcerias.As iniciativas mostram que a implementação das metas ambientais depende de normas permanentes de governança, indicadores que permitam acompanhar resultados e a cooperação entre Poderes, instituições especializadas, empresas, órgãos públicos e parceiros responsáveis pela destinação de resíduos e pela verificação dos dados ambientais.SustentabilidadeA estruturação dessa agenda ganhou impulso com a criação do Programa STF +Sustentável.
Instituído pela Resolução 825/2024, o programa reúne projetos e ações de sustentabilidade socioambiental e permite a participação de instituições públicas e privadas por meio de acordos de cooperação técnica sem custos para o Tribunal.Na sequência, a Resolução 826/2024 instituiu a Política de Sustentabilidade do STF e incorporou critérios socioambientais à governança da Corte.
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