Quem é Edmilson Costa, candidato à Presidência pelo PCB
Edmilson Silva Costa (76 anos) é o candidato à Presidência pelo PCB (Partido Comunista Brasileiro) , com Cleusa Santos (PCB) como sua vice.
Natural de Pedreiras (MA) , é professor universitário formado em Economia pela UFMA (Universidade Federal do Maranhão) , doutor em Economia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e tem pós-doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas na mesma instituição Entre 1964 e 1985 , foi dirigente estudantil durante a ditadura militar e uma figura presente em movimentos de defesa pela democracia no Brasil .
Desde 1996, Edmilson assina obras sobre economia, política, capitalismo contemporâneo, crise mundial e globalização.
É secretário-geral do PCB desde 2016.
Leia Mais Eleições 2026: por que em alguns casos a eleição vai para segundo turno? Cury defende que STF conclua julgamento antes do 1º turno das eleições Eleições 2026: Veja como baixar o e-Título Concorreu à Prefeitura de São Paulo, em 2008 ; a vice-presidente, em 2010, ao lado do advogado e ex-secretário geral do PCB, Ivan Pinheiro ; a vice-prefeito, em 2012, ao lado do professor e Deputado Federal Carlos Giannazi (PSOL) ; e a senador, em 2014 .
Plano de governo O plano de governo apresentado pelo PCB destaca principalmente a defesa do fim da escala 6×1 com redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais sem redução salarial e a extinção do Senado , que seria substituído por um Parlamento Unicameral .
O texto sugere a implementação dos Conselhos Populares , que seriam eleitos nos locais de trabalho, moradia e estudo, como instrumentos permanentes da participação da população.
O objetivo seria aprofundar as liberdades democráticas e implantar mecanismos de democracia direta.
Edmilson defende também a possibilidade da revogação de cargos públicos pela própria população a partir de referendos, após 6 meses de mandato para cargos legislativos (senadores, deputados e vereadores) e 1 ano para cargos executivos (presidente, governadores e prefeitos) com pelo menos 1% das assinaturas do eleitorado.
Para a saúde , destacam-se a estatização de todo o setor, com uma aplicação de 10% do PIB na saúde pública, a expansão da Fiocruz e do Instituto Butantan para outros estados do país e a legalização do aborto , com a garantia de atendimento pela rede pública de saúde.
Para a economia , o plano inclui a estatização do sistema monetário e financeiro , a criação do Banco dos Trabalhadores, que seria o responsável pela gestão de fundos previdenciários e de seguridade social dos trabalhadores, além da revogação das reformas trabalhista e previdenciária, a implementação de um salário mínimo em cerca de R$ 7.600 e registro em carteira de trabalho para trabalhadores de aplicativo.
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