Irmão de jovem morta por pecuarista diz que ela trabalhava desde os 16 anos: 'Nunca precisou de nada de ninguém'
Irmão que viu jovem ser morta em SP relata como pecuarista 38 anos mais velho a matou O irmão de uma jovem de 24 anos assassinada com um tiro em Rifaina (SP) descreveu a irmã como uma mulher honesta e trabalhadora.
Em entrevista à EPTV nesta quinta-feira (29), ele contou que ela começou a trabalha com 16 anos como bartender, abriu uma empresa de marketing digital e ajudava a família.
“Nunca precisou de nada de ninguém”, afirmou Geovane Santana, irmão de Priscila Lacerda Custodio, natural de Perdizes (MG).
Ele é uma das testemunhas do crime.
Priscila foi baleada na noite de terça-feira (27), às margens da Rodovia Cândido Portinari (SP-334), e morreu.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito é o pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos, com quem ela teve um relacionamento casual.
De acordo com testemunhas, ela queria encerrar a relação. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Bolelli fugiu depois do disparo, segundo o boletim.
Ele é investigado por feminicídio, e a Justiça decretou a prisão preventiva dele na quarta-feira (28).
Até a última atualização desta reportagem, ele não havia sido encontrado.
Priscila Lacerda Custodio foi morta a tiro pelo companheiro, João Roberto Bolelli, segundo o boletim de ocorrência Arquivo pessoal A defesa de João disse ao g1, na quinta-feira (29) que ainda não havia tido contato com ele.
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Segundo ele, Priscila começou a trabalhar como bartender de drinks.
Depois, ela abriu uma empresa de marketing digital e passou a fazer a cobertura de eventos da cidade, de amigos e de cantores, de acordo com o irmão.
Antes de ser morta por pecuarista, jovem de MG relatou ter sofrido ameaças “Ela mais cuidava de mim do que eu cuidava dela”, disse Geovane, que também afirmou que a irmã ajudava a família.
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