Homem que invadiu CMEI e fez crianças reféns em Curitiba sofria de esquizofrenia, diz polícia
Homem que invadiu CMEI e fez crianças reféns é morto pela polícia em Curitiba O homem que invadiu um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) em Curitiba com uma faca, na tarde desta sexta-feira (9) sofria de esquizofrenia, segundo a Polícia Militar do Paraná (PM-PR).
Ele fez 13 crianças reféns dentro de uma sala de aula e foi morto pela polícia por volta das 18h20, depois de mais de três horas de tentativas de negociação, segundo a Secretaria de Segurança Pública (Sesp).
As crianças foram resgatadas e, conforme a Polícia Militar, nenhuma delas se feriu com gravidade.
Elas e as famílias passarão por atendimento médico e psicológico. ➡️O g1 não vai divulgar o nome do autor do ataque.
A decisão segue as recomendações mais recentes de especialistas no tema, que defendem que dar visibilidade a agressores pode servir como um estímulo a novos ataques. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp De acordo com o coronel Alexandre Lopes Dias, que lidera o Comando de Missões Especiais da Polícia Militar do estado, o agressor só foi identificado depois que a equipe entrou na sala e disparou contra ele.
Após a identificação, os policiais constataram que o homem sofria de esquizofrenia.
"Após a neutralização, nós conseguimos identificá-lo.
Nós não tínhamos ainda conseguido identificá-lo.
Com a identificação soubemos que ele sofre de esquizofrenia. [Durante as negociações, ele] não falava nada conexo, que pudéssemos identificar qual seria a sua real intenção ou o motivo pelo qual ele estava fazendo aquilo", relata o coronel.
Com o autor do ataque, os policiais encontraram uma faca e uma arma de fogo falsa.
Segundo o coronel, o homem também espalhou um líquido inflamável pela sala e ameaçava começar um incêndio.
"Tentamos ao máximo acalmar ele e as crianças.
Quando percebemos que as crianças começaram a ficar num nível de estresse mais elevado e ele, por não conseguir controlar essas crianças, veio, de certa maneira, a agredi-las de forma verbal e com algumas até segurando de uma forma mais acintosa. [...] No momento oportuno, numa janela de oportunidade, a gente optou pelo adentramento tático.
Ele estava com o isqueiro na mão ameaçando botar fogo naquele local", explicou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.