Como a urna eletrônica mudou as eleições brasileiras
Urna eletrônica ocmpleta 30 anos.
JN Há 30 anos, a democracia brasileira ganhou uma nova trilha sonora.
As quase 570 mil urnas eletrônicas que serão usadas agora são resultado de uma história de evolução.
Antes delas, as eleições tinham muito papel. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A polícia descobriu que a lentidão na contagem dos votos no Rio fazia parte de um esquema de fraudes montado antes das eleições.
“Não eram só fraudes que ocorriam, mas também havia erros decorrentes do cansaço dos escrutinadores, ou seja, dos contadores de voto, e de outros elementos que trabalhavam na junta apuradora, submetidos durante dias a fio na contagem e totalização dos votos”, afirma José D’Amico Bauab, pesquisador do Centro de Memória Eleitoral do TRE-SP.
A gota d’água para mudar um sistema com tantos problemas aconteceu nas eleições de 1994.
Em Alagoas, votos em branco foram desviados para candidatos.
No Amapá e em Roraima, urnas sumiram e mapas de apuração foram adulterados.
No Rio de Janeiro, foram tantas as fraudes que a eleição chegou a ser anulada.
Até agora, 14 apuradores, mesários e digitadores foram presos.
Criada por um grupo de engenheiros que incluiu militares das Forças Armadas brasileiras, a urna eletrônica passa por testes rigorosos e constantes.
O Tribunal Superior Eleitoral descobriu que esses piratas da informática estudavam um jeito de criar problemas na votação eletrônica.
O TSE diz que eles não têm a menor chance.
“Nenhuma fraude foi até hoje detectada com o uso da urna eletrônica nesses 30 anos de sua implementação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.