quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Associação de cartões convoca assembleia e novo estatuto deve afastar paytechs da entidade Bélgica controla o maior incêndio florestal de sua história Aneel antecipa estoque de combustível no Norte diante de risco do Super El Niño Descoberta a estrela mais rápida da nossa galáxia Barco superlotado vira na Nigéria; cerca de 40 corpos de crianças são resgatados Zema encontra motoboys em SP, e entregador acusa colegas de receber R$ 200 Desabamento em mina na Colômbia deixa 13 mortos Magnata do petróleo lança plano multibilionário para explorar xisto na Argentina Por que as pessoas acreditavam na lenda de um cordeiro que nascia de árvore Perseguição termina com suspeito morto após invadir faculdade em Londrina (PR) Associação de cartões convoca assembleia e novo estatuto deve afastar paytechs da entidade Bélgica controla o maior incêndio florestal de sua história Aneel antecipa estoque de combustível no Norte diante de risco do Super El Niño Descoberta a estrela mais rápida da nossa galáxia Barco superlotado vira na Nigéria; cerca de 40 corpos de crianças são resgatados Zema encontra motoboys em SP, e entregador acusa colegas de receber R$ 200 Desabamento em mina na Colômbia deixa 13 mortos Magnata do petróleo lança plano multibilionário para explorar xisto na Argentina Por que as pessoas acreditavam na lenda de um cordeiro que nascia de árvore Perseguição termina com suspeito morto após invadir faculdade em Londrina (PR)
Economia

Dólar ronda R$ 5,19 e Bolsa reage, com petróleo e dívida dos EUA no radar

UOL Economia ·
Dólar ronda R$ 5,19 e Bolsa reage, com petróleo e dívida dos EUA no radar

O dólar começa a sessão desta quinta-feira em leve alta, cotado a R$ 5,19, com investidores atentos à escalada da tensão entre Estados Unidos e Irã, que mantém o preço do petróleo em alta pelo quinto dia seguido, e indicadores da economia americana, após país reportar endividamento recorde e o Tesouro ampliar recompra de títulos público.

Dólar abre em leve alta. A moeda dos Estados Unidos começou esta quinta-feira cotada no comercial para a venda a R$ 5,194, variação de 0,34% ante fechamento de ontem.

Alta do preço do petróleo alimenta aversão a risco nos mercados . O contrato do barril do tipo Brent para entrega em outubro sobe pela quinta sessão seguida, avançando 2,5% a US$ 93,91, maior cotação em dois meses.

Donald Trump eleva tom contra Irã. O presidente dos Estados Unidos disse que vai ampliar as sanções econômicas contra o governo, empresas e cidadão iranianos . Para analistas, esse movimento reduz a possibilidade de acordo entre os países. Isso afasta do cenário a expectativa de reabertura negociada para o Estreito de Hormuz, rota marítima na costa iraniana por onde passavam 20% do fornecimento mundial de petróleo antes da guerra, e que está praticamente fechado há semanas.

Endividamento recorde dos Estados Unidos reforça preocupação dos mercados com juros. A dívida bruta do governo americano superou US$ 40 trilhões pela primeira vez , com gastos crescentes da Casa Branca. Para economistas, o custo do refinanciamento na maior economia do mundo tende a impactar os juros globais.

Decisão do Tesouro americano de aumentar recompra de títulos de longo prazo reflete pressão do mercado por taxas maiores para financiar governo do país. O governo vai dobrar as operações de recompra de suporte de liquidez para títulos de cupom nominal de prazo mais longo — de 10 a 20 anos e de 20 a 30 anos, para US$ 4 bilhões por operação.

Na prática, isso é o Tesouro entrando como comprador justamente para garantir liquidez na parte longa da curva, depois de um estresse um pouco mais forte na renda fixa global nas últimas semanas. Nicolas Gass, chefe de alocação de investimentos e sócio da GT Capital

Ata do Fed reforça apostas em alta de juros. No documento em que o Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos detalhou a decisão de manter a taxa básica no país estável, uma parcela maior dos membros do órgão se colocou a favor de aumento dos juros, citando pressões inflacionárias persistentes . Juros elevados nos Estados Unidos aumenta rendimentos de aplicações por lá, o que tende a reduzir o fluxo de capitais para outros países, caso do Brasil, dizem analistas de mercados.

Bolsa brasileira teve primeira alta após 11 pregões de queda. O principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 chegou a subir 2,17%, para 169.951 pontos, antes de fechar com avanço de de 0,90%, em 167.830 pontos . A reação interrompeu sequência de variações negativas: ontem, o indicador caiu 0,27%, para 166.334 pontos, menor patamar desde 20 de janeiro.

Desempenho positivo das ações de maior peso no Ibovespa sustenta a Bolsa.

Ler a notícia completa no UOL Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›