Sesau e Setrabes capacitam equipes de unidades de acolhimento
Sesau e Setrabes promovem qualificação para profissionais das unidades de acolhimento (Foto: ASCOM/SESAU0 Profissionais das Unidades de Acolhimento Institucional vinculadas à SETRABES (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social) participaram, nesta semana, de uma qualificação em saúde mental .
A SESAU (Secretaria de Saúde) promoveu a capacitação em parceria com a Setrabes.
A capacitação reuniu psicólogos, assistentes sociais, cuidadores e outros integrantes das equipes técnicas que trabalham no atendimento de adolescentes e idosos em situação de acolhimento.
Estratégias de prevenção e manejo de crises A formação abordou estratégias de prevenção e promoção da saúde mental.
Também tratou da identificação de situações de vulnerabilidade, do manejo de crises e de alterações comportamentais.A formação também abordou situações relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas.
Segundo a diretora do Departamento de Política de Saúde Mental de Roraima, Sofia Lima, a formação busca ampliar o conhecimento das equipes.A iniciativa atende profissionais que já trabalham nas unidades de acolhimento.
“Essa qualificação de saúde mental vem para fortalecer o cuidado, levando um conhecimento sobre como levar a atenção, a assistência para as pessoas que têm transtornos mentais e que estão acolhidos nos abrigos.
Tudo isso fortalece o trabalho que já é desenvolvido pelos profissionais, mas com mais conhecimento no cuidado em saúde mental”, afirmou.
Preparo das equipes para atendimento individualizado Atendimento exige preparação das equipes O trabalho nas unidades de acolhimento envolve pessoas com diferentes histórias e necessidades.
Por isso, a capacitação também tratou de aspectos individuais que podem demandar acompanhamento específico.
Para a psicóloga Ingrid Furtado, da Casa de Passagem, a diversidade do público atendido exige preparo dos profissionais.
Segundo ela, as equipes precisam estar capacitadas para lidar com situações relacionadas à saúde mental.
“Constantemente nós recebemos um público que exige uma atenção integral relacionada a questões de saúde mental e nós, profissionais, precisamos estar qualificados e ter essa habilidade para conseguir lidar com a individualidade desse tipo de usuário e com esse tipo de público que nós atendemos”, destacou.
A formação orienta as equipes a identificar possíveis situações de vulnerabilidade.
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