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O que é adenocarcinoma pulmonar, que levou Papa Leão XVI a ter parte do pulmão removido

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O que é adenocarcinoma pulmonar, que levou Papa Leão XVI a ter parte do pulmão removido

O Vaticano informou que parte do pulmão direito do papa Leão XIV foi removida durante uma cirurgia de 90 minutos nesta terça-feira, 13, após a detecção de um adenocarcinoma pulmonar, o subtipo mais comum de câncer de pulmão .

Segundo o Vaticano, a operação confirmou a suspeita dos exames pré-operatórios.

“Para garantir que o procedimento fosse radical, o lobo inferior do pulmão direito foi removido”, declarou o Vaticano.

Esse tipo de câncer costuma surgir nas regiões periféricas do tecido pulmonar, como é o caso do lobo inferior do pulmão.

Mais cedo, o Vaticano já havia informado que o pontífice havia passado por uma cirurgia bem-sucedida para retirar um “pequeno nódulo no pulmão” .

Segundo comunicado divulgado pelo Vaticano , a intervenção foi concluída “conforme o planejado”.

Continua após a publicidade O sumo pontífice, de 71 anos, chegou ao centro médico às 13h10 locais (8h10 de Brasília) após cumprimentar fiéis que estavam no Vaticano pela janela do veículo em que foi levado ao Hospital Gemelli, onde tradicionalmente os papas são atendidos.

A maioria dos nódulos pulmonares é benigna, ou seja, não cancerígena, mas uma pequena porcentagem deles pode ser um sinal precoce de câncer de pulmão.

Eles “podem corresponder a toda uma série de lesões benignas — inflamatórias, infecciosas, autoimunes ou congênitas — ou então ser malignos”, segundo o professor Federico Venuta, diretor do serviço de cirurgia torácica do Hospital Policlinico Umberto I de Roma.

O que é adenocarcinoma pulmonar Continua após a publicidade O adenocarcinoma pulmonar é o subtipo mais comum de câncer de pulmão de não pequenas células.

Representa a forma mais comum da doença em não fumantes, mulheres e jovens, além de também ser frequente em fumantes.

Apesar da forte associação com o tabagismo, a doença também pode ocorrer em pessoas sem fator de risco evidente.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o cigarro como principal fator de risco, mas também lista fumaça passiva, poluição do ar, radônio, asbestos, sílica, gases de escape de diesel, doenças pulmonares crônicas e suscetibilidade genética entre fatores associados.

Continua após a publicidade O diagnóstico pode incluir os seguintes procedimentos: Continua após a publicidade Exames de imagem: Radiografia ou tomografia computadorizada de tórax; Biópsia: Retirada de um fragmento da lesão por broncoscopia ou guiada por imagem para confirmação; Estadiamento e genética: Exames como PET-CT e análise de alterações moleculares (como mutações EGFR ou ALK) ajudam a definir o melhor tratamento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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