Mais de 200 soluções com IA são apresentadas por alunos em feira de ciências em Curitiba
Um protótipo capaz de monitorar e prever riscos de enchentes urbanas por meio de sensores e inteligência artificial.
Um aplicativo que reúne mais de dez jogos educativos para ensinar educação financeira a crianças e jovens de forma prática, gamificada, divertida e acessível.
Esses são dois exemplos das 200 soluções apresentadas por estudantes durante 11ª Feira de Ciências Júnior da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
Perfilam os projetos uma pulseira inteligente, de baixo custo, para monitorar sinais fisiológicos relacionados à sobrecarga sensorial em estudantes com transtornos do neurodesenvolvimento; uma luva acessível e compacta que auxilia pessoas com deficiência visual na identificação de obstáculos próximos; e um aplicativo que combina neurociência musical e inteligência artificial para identificar o estado emocional do usuário e recomendar playlists personalizadas para a regulação emocional.
Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná Esses são alguns dos projetos que da Feira de Ciências Júnior, que acontece nos dias 27 e 28 de outubro.
Em simultâneo, ocorre a 7ª Mostra Paralela de Ciências Júnior, em formato online, aberta à participação de estudantes de educação básica de outros municípios brasileiros.
Nesse espaço de jovens pesquisadores, no formato presencial, teremos o Seminário de Iniciação Científica (SEMIC) e o Seminário de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SEMITI) com a participação de estudantes de cursos de graduação, apresentando os resultados de suas pesquisas realizadas ao longo de 12 meses.
Reunindo estudantes dos ensinos fundamental, médio e técnico de Curitiba e da Região Metropolitana, o evento tem como tema “Tecnologias da Informação e Comunicação”, com ênfase no “Uso Ético da Inteligência Artificial para Expandir o Potencial Humano”.
A iniciativa busca estimular crianças e adolescentes a enxergar a IA não apenas como uma ferramenta, mas como um recurso para criar soluções, investigar problemas e fazer ciência.
Para isso, os projetos apresentados deverão ainda estar alinhados a um dos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): educação de qualidade; trabalho decente e crescimento econômico; indústria, inovação e infraestrutura; cidades e comunidades sustentáveis.
“Os estudantes já convivem com a IA e precisam compreender como utilizar esse recurso de forma crítica e responsável na pesquisa e na produção de conhecimento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.