Contratos futuros voltam a cair, mas ADRs de empresas brasileiras sobem no pré-mercado nos EUA
Os ADRs (recibos de ações) de algumas das principais empresas brasileiras negociadas na Bolsa de Nova York estavam em alta antes da abertura do mercado nesta terça-feira (27), um dia após uma segunda-feira (26) turbulenta e marcada por queda brusca desses papeis com a reação à vitória de Lula (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.
As negociações da Petrobras subiam 0,67% por volta das 6h30 (horário de Brasília), após terem caído 13,99% no dia anterior.
A Vale tinha alta de 0,5% e a Embraer, de 0,23%, mas ambas não tiveram um desempenho tão ruim quanto a petrolífera.
A mineradora fechou a segunda-feira em queda de 3,23%, enquanto a fabricante de aviões subiu 0,32%.
Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná Os bancos, que desvalorizaram mais de 20%, também viam os ADRs operarem em alta nesta manhã: Itaú Unibanco (0,26%), Bradesco (1,27%) e Santander Brasil (3,11%), após terem despencado 20,37%, 28,01% e 13,15%, respectivamente, na segunda-feira.
As ações das fintechs Nubank e XP também tinham valorização de 1,75% e 2,39%, respectivamente, na manhã desta terça.
O fundo do índice EWZ, que reflete uma cesta de ações brasileiras em Nova York, também subia 0,26%, por volta das 6h45, após ter desabado 19,82% no dia anterior.
Já os contratos futuros do real para novembro e dezembro caíam 0,05%.
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