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Economia

Açúcar sobe e SMTO3 e JALL3 avançam mais de 27% em um mês; RAIZ4 fica ‘largada’

Money Times ·

As ações das usinas sucroenergéticas ganharam força na Bolsa nesta segunda-feira (31), acompanhando a valorização dos contratos futuros do açúcar negociados na ICE.

Por volta das 14h50 (horário de Brasília), o contrato do açúcar com vencimento em outubro de 2026 avançava 1,31%, cotado a US$ 0,1779 por libra-peso, refletindo um movimento positivo da commodity no mercado internacional.

No mesmo horário, a São Martinho ( SMTO3 ) liderava os ganhos do setor, com alta de 4,42%.

Já a Jalles ( JALL3 ) avançava 6.24%.

A Raízen ( RAIZ4 ), por sua vez, que está em recuperação extrajudicial e negocia a centavos, recuava 4,35%.

“O açúcar foi um das commodities agrícolas que mais subiram em agosto e eles está muito sustentado.

O que está acontecendo para esse mercado virar para alta? O principal é o clima, mas há fatores como a retomada das compras pela Índia.

A questão climática mais critica é a safra de beterraba da União Europeia, pelas ondas de calor, que não foram seguidas de chuvas adequadas.

As estimativas da safra da UE tem diminuído mês a mês.

Dificilmente vamos ver um patamar de US$ 0,14 – US$ 0,15 para o açúcar”, explica Marcelo Di Bonifácio, analista da StoneX .

A safra 2026/2027 de beterraba da UE foi reduzida de 14,1 milhões para 13,4 milhões de toneladas, o menor patamar do século.

O ciclo 15/16, pior patamar anterior (13,7 milhões), também foi em um ano de El Niño. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "SMTO3", "SMTO3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "3b439d0" } ); “Eles (UE) vão importar mais açúcar e essa demanda vem do Brasil.

E na Índia, eles estão caminhando para umas piores monções dos últimos anos e isso vai reduzir a produtividade”, completa.

As duas companhias costumam reagir às oscilações do açúcar, já que uma parcela relevante de suas receitas está atrelada aos preços da commodity.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

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