Palmeiras só fez o gol com dez e Carlos Miguel deu o empate ao Cerro
Não é novidade que fazer gols a maior dificuldade até entre os melhores times brasileiros, como Palmeiras e Flamengo.
O Palmeiras finalizou 12 vezes, sete no gol, mas não foi capaz de sair do 0 a 0, ao desperdiçar pelo menos duas chances claras, contra o defensivo Cerro Portenho que, nos minutos iniciais, graças à uma pontada perigosa, pareceu que jogaria com mais coragem.
Logo, no entanto, se recolheu, abusou de faltas pesadas, perdeu um gol feito com Cecilio Dominguez — que ainda pediu pênalti no lance em que, na verdade, pisou no goleiro Carlos Miguel.
A torcida disse presente e, se alguns andam reclamando de maneira exagerada depois dos jogos, hoje, durante, apoiou.
E continuou a apoiar depois de ver, aos 50, Piquerez perder mais um gol, como Vitor Roque e Flaco López haviam perdido nos 45 minutos iniciais.
Aos 54, Arias quase fez golaço de fora da área em bola que raspou na junção das traves.
Com o que tem de melhor, exceção feita à ausência do capitão Gustavo Gómez, em sua casa, no seu gramado artificial, o Verdão não conseguia fazer o gol e Arias perdeu mais um, com o gol escancarado em passe de Allan, aos 58.
O segundo tempo chegava aos 65 minutos, a massa seguia no apoio, o Cerro abdicava de qualquer veleidade ofensiva, e Abel Ferreira chamou Arthur para o lugar de Emi Martinez.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.