segunda-feira, 17 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Megaestudo analisa impacto da prática da gratidão em 34 países Conferência FAPESP debate a transição da computação quântica dos laboratórios para o mercado Pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade Curso de mestrado para formação de professores em computação está com inscrições abertas Metabolismo urbano sob o domínio financeiro Aulas para vestibulares do ICTP-SAIFR Irã se diz preparado para possível operação terrestre dos EUA Marina Silva relata tentativa de agressão durante ato com Haddad e Tebet em São Paulo Dois dias antes da taxação, Canadá tenta evitar tarifas de 50% Ebola na RD do Congo se torna surto mais mortal na história do país, diz OMS Megaestudo analisa impacto da prática da gratidão em 34 países Conferência FAPESP debate a transição da computação quântica dos laboratórios para o mercado Pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade Curso de mestrado para formação de professores em computação está com inscrições abertas Metabolismo urbano sob o domínio financeiro Aulas para vestibulares do ICTP-SAIFR Irã se diz preparado para possível operação terrestre dos EUA Marina Silva relata tentativa de agressão durante ato com Haddad e Tebet em São Paulo Dois dias antes da taxação, Canadá tenta evitar tarifas de 50% Ebola na RD do Congo se torna surto mais mortal na história do país, diz OMS
Política

Governo desmente matéria enviesada e distorcida do Estadão sobre gastos de campanha

Revista Fórum ·
Governo desmente matéria enviesada e distorcida do Estadão sobre gastos de campanha

A recém-iniciada cobertura jornalística do processo eleitoral de 2026 foi palco de uma das manobras analíticas mais esdrúxulas e enviesadas da imprensa corporativa brasileira realizadas nos anos mais recentes.

Sob o chamativo título “Gastômetro de Lula mostra que presidente já gastou R$ 278,3 bilhões para tentar reeleição” , o jornal O Estado de S.

Paulo publicou uma matéria que cruza a fronteira entre a fiscalização legítima do Estado e a distorção metodológica deliberada.

Ao inventar um indicador contábil artificial, a publicação paulista contabilizou verbas destinadas à segurança pública, educação básica, contenção de inflação e proteção de empregos como se fossem despesas de propaganda de campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A premissa adotada pelo Estadão estabelece um precedente perigoso e conceitualmente absurdo: a tese de que o ato continuado de governar, cumprir preceitos constitucionais e proteger a população e as empresas nacionais em momentos de crise deve ser interpretado como manobra eleitoral ilegítima.

O malabarismo estatístico do periódico paulista misturou ações ordinárias e extraordinárias do Estado com recursos partidários de campanha, atribuindo ao presidente da República um suposto “gasto eleitoral desenfreado” no exato cumprimento de suas atribuições constitucionais.

R eação enérgica e indignada d o Planalto A resposta do Executivo veio em tom de forte repúdio e indignação.

Por meio da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o Palácio do Planalto divulgou uma nota oficial dura, desmantelando item por item a construção metodológica do jornal paulista e classificando a iniciativa de “descabida e metodologicamente insustentável”.

Na nota enviada à imprensa e à sociedade, o governo apontou que o chamado “Gastômetro” do Estadão equipara levianamente políticas públicas estruturantes e emergenciais a propaganda partidária.

A Secom enfatizou que é inaceitável criminalizar a execução regular de investimentos públicos destinados a manter jovens estudando, combater o crime organizado e suavizar choques econômicos internacionais.

Confira a íntegra da nota oficial da Secom: O Governo Federal considera descabida e metodologically insustentável a tentativa de apresentar como “gastos para tentar a reeleição” políticas públicas de naturezas, objetivos e fontes de financiamento completamente distintos.

O chamado “Gastômetro” transforma em supostas despesas eleitorais ações destinadas a manter jovens na escola, combater o crime organizado, proteger empregos e empresas, conter pressões sobre preços e enfrentar calamidades em um ano de El Niño forte.

É insustentável, por exemplo, tratar o Pé-de-Meia, criado em 2024 para combater a evasão escolar, como gasto eleitoral.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›