Reunião entre Corinthians e SAFiel tem "lavagem de roupa suja" e questionamentos técnicos
Executivos da SAFiel se reúnem com dirigentes do Corinthians Os empresários idealizadores do projeto SAFiel se reuniram por quatro horas com dirigentes do Corinthians nesta quarta-feira.
A reunião teve "lavagem de roupa suja" e diversos questionamentos sobre a proposta de transformar o clube em uma SAF. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp Foi a primeira vez que os responsáveis pela SAFiel e dirigentes corintianos se encontraram para debater o projeto.
Os empresários já haviam enviado a proposta ao clube, mas sem discussão sobre o teor dela.
O presidente Osmar Stabile marcou a reunião e convidou outros dirigentes.
Também estavam presentes o vice-presidente Armando Mendonça; o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior; o presidente do Conselho de Orientação (Cori), Miguel Marques e Silva; o diretor jurídico, Pedro Soares; e o diretor cultural, Pedro Castilho. — Foi uma reunião boa e importante.
Foram quatro horas de reunião, em que eles colocaram os pontos deles e o Corinthians colocou os pontos que entende que ainda precisam ser esclarecidos, todas as dúvidas legais sobre a proposta.
Foi uma conversa de corintiano, todos pensando no bem do Corinthians.
Foi uma reunião produtiva — explicou Armando na saída do Parque São Jorge.
Empresários Eduardo Salusse e Carlos Teixeira, idealizadores da SAFiel, em entrevista na frente do Parque São Jorge Gabriel Oliveira Logo no início da reunião, houve o que Eduardo Salusse, um dos responsáveis pela SAFiel, classificou como "lavagem de roupa suja".
Dirigentes do clube expuseram divergências sobre a maneira como os empresários têm tratado a discussão da SAFiel em público.
Eles reclamaram da pressão externa e dos ataques sofridos na internet, bem como de declarações dos empresários na imprensa com falas entendidas como incorretas ou imprecisas que acabam por confundir os torcedores e incitá-los contra a administração do clube.
Depois, o presidente do Conselho apresentou um documento, assinado também por Stabile e Miguel, com uma lista de questionamentos técnicos sobre o projeto.
Um dos pontos era sobre a assinatura de um documento, que a SAFiel anuncia como não vinculante, que autoriza os empresários a irem ao mercado tentar a captação de até R$ 2,5 bilhões para transformar o Corinthians em SAF.
Em entrevista, Salusse admitiu que o documento traz obrigações ao clube, embora não obrigue a transformação em SAF. — Quando você define com um documento desse que há uma proposta não vinculante, significa dizer que, em relação ao seu objetivo final, que é a aprovação ou não de uma SAF, não há uma vinculação.
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