Vasco copeiro ganha força para o Barradão
O Vasco sufocava o Vitória em São Januário, o gol parecia questão de tempo, os baianos haviam se limitado a uma pontada perigosa de Marinho.
Em disputa de bola, a redonda bateu no braço de Kayzer e Cauan Barros meteu a mão nela, no reflexo.
Recebeu o cartão amarelo e o VAR chamou para que o assoprador avaliasse se não era oportunidade clara de gol. Bom senso chutado a escanteio, o amarelo virou vermelho.
Mesmo assim, depois de alguns momentos de insegurança, o Cruzmaltino terminou o primeiro tempo melhor.
E começou o segundo tempo também muito melhor, corajoso, copeiro, capaz de empurrar o Vitória com um a mais para trás.
Até que, então, Andrés Gómez, aos 13, pegou a bola no meio de campo, a levou em zigue-zague até a entrada da área, fez que iria para direita, cortou para esquerda e arrematou rasteiro, no canto: 1 a 0.
Colidio fez belíssima jogada pela esquerda e carimbou a trave. Em seguida deu lugar a Adson.
O esforço vascaíno cobrava o preço do desgaste e por mais que os cariocas soubessem da barra pesada que enfrentariam no Barradão, onde os baianos eliminaram os rubros-negros Athletico Paranaense e Flamengo, o time passou a se defender.
Léo Jardim, aos 46, evitou o empate à queima-roupa e a injustiça que seria o Vasco não vencer.
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