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Caixa admite negociação com o Corinthians e cita avanço nas conversas sobre dívida da Arena

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Caixa admite negociação com o Corinthians e cita avanço nas conversas sobre dívida da Arena

De conteúdo das TVs a treinos: o que Seedorf já mudou na rotina do Corinthians A Caixa Econômica Federal admitiu nesta sexta-feira, pela primeira vez, que está em negociação com o Corinthians, em uma nota divulgada em conjunto com o clube.

O Corinthians tenta quitar a dívida de R$ 630 milhões pela construção da Neo Química em troca de naming rights e outros produtos comerciais ao banco público. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp Depois de uma reunião nesta sexta-feira que reuniu o presidente Osmar Stabile, o diretor jurídico Pedro Soares, o diretor cultural Rafael Castilho, lideranças da torcida organizada Gaviões da Fiel e de representantes da Caixa, o banco e o clube se manifestaram por meio de nota e informaram que houve a assinatura de um termo de confidencialidade para a continuidade das conversas. — A Caixa e o Sport Club Corinthians Paulista informam que avançaram nas conversas voltadas à avaliação de alternativas para o aprimoramento da relação entre as partes — diz a nota. — Durante a reunião, o banco e clube formalizaram a assinatura de um termo de confidencialidade.

As tratativas permanecem em curso e as conversas seguem em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência.

Mais notícias do Corinthians: + Ramón Díaz explica por que recusou o Timão + Seedorf salvou o Milan do rebaixamento? Checamos Recentemente, o Corinthians suspendeu o pagamento das parcelas da dívida com a Caixa e recebeu de volta do banco R$ 13,5 milhões dos R$ 27 milhões depositados em uma conta reserva.

A diretoria utilizou o dinheiro para pagar salários atrasados do elenco masculino.

Neo Química Arena, casa do Corinthians Emilio Botta Confira a nota de Caixa e Corinthians na íntegra: A CAIXA e o Sport Club Corinthians Paulista informam que avançaram nas conversas voltadas à avaliação de alternativas para o aprimoramento da relação entre as partes.

Nesta sexta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram, em Brasília, em encontro que contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, de dirigentes do banco, do presidente e de diretores do clube, além de integrantes da Gaviões da Fiel.

Durante a reunião, a CAIXA e o Corinthians formalizaram a assinatura de um termo de confidencialidade.

As tratativas permanecem em curso e as conversas seguem em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência.

Entenda a negociação O Corinthians propõe que a Caixa assuma o nome do estádio, hoje pertencente à Hypera Pharma.

A diretoria considera que os naming rights atualmente valem cerca de R$ 70 milhões por temporada, bem acima dos R$ 15 milhões anuais, corrigidos pela inflação, que a Hypera paga desde a assinatura do contrato, em 2020.

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