Lindbergh aciona STF por suposta verba estrangeira na campanha de Flávio
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia de fato para pedir a apuração de uma possível entrada de recursos de origem estrangeira na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) .
O parlamentar solicita que o caso seja remetido à Procuradoria-Geral da República (PGR) e que cópias sejam enviadas ao procurador-geral Eleitoral.
A representação se baseia em declarações públicas do candidato à Presidência Renan Santos (Missão).
Segundo a petição, Renan afirmou que a Rockbridge Network, rede de financiadores políticos dos Estados Unidos, teria ingressado na campanha de Flávio.
O documento reproduz a acusação de que o grupo teria fechado com o senador e entrado na disputa “de modo natural e ilegal”.
Lindbergh ressalta, porém, que não afirma que os repasses ocorreram.
“O noticiante não afirma, e não teria como afirmar, que tais repasses efetivamente ocorreram”, diz a peça.
Segundo o deputado, as declarações públicas e os contatos relatados entre brasileiros e integrantes da rede estrangeira justificam uma apuração formal.
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Vance, e pelo empresário Chris Buskirk, segundo a petição.
O documento também cita Tallis Gomes, fundador da G4 Educação e integrante da Rockbridge nos Estados Unidos, como uma das pessoas apontadas por aliados de Renan na aproximação da entidade com o Brasil.
Outro nome citado é o empresário Pedro Sang, proprietário da Sng Travel Turismo e da Sng Consult Empresarial.
Ele confirmou manter contato com a Rockbridge, mas negou ter intermediado dinheiro para campanhas brasileiras e afirmou que “nenhum centavo” foi transacionado.
Sang disse ter se aproximado da rede por meio de André Marinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro e filho de Paulo Marinho, suplente de Flávio no Senado.
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