Dia Mundial da Fotografia: histórias de quem mantém álbuns e fotos físicas em tempos de registros digitais
Fotografia analógica é um dos hábitos para quem busca desacelerar e valorizar os registros do cotidiano Madson Dias/Arquivo Pessoal O convite para folhear álbuns de fotos na sala de estar.
A espera pela revelação das fotos.
A incerteza sobre como ficou a imagem registrada logo após o clique da câmera.
Estas são algumas das experiências de quem busca preservar formas de compor e armazenar as fotografias em formatos analógicos. 📸 No Dia Mundial da Fotografia, celebrado nesta quarta-feira (19), o g1 conta histórias de quem mantém hábitos para registrar o cotidiano com a fotografia em meios impressos, mesmo em tempos de acervos digitais e armazenamento em nuvens. 📆 A data faz alusão ao dia 19 de agosto de 1839, quando o francês Louis Daguerre apresentou ao mundo os estudos de um processo fotográfico que resultou no daguerreótipo — marco considerado como o ‘nascimento’ da fotografia. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp As fotos, que já foram de difícil acesso e demandavam custos e esforços maiores no século 19, atualmente são produzidas em excesso e podem até ser rapidamente esquecidas.
Com câmeras analógicas, impressões de fotos digitais, “polaroides” e até mesmo serviços virtuais para diagramação de álbuns, há quem escolha sair do automático para valorizar mais as imagens produzidas.
Agora no g1 Memórias pela casa Quando começou a trabalhar, Inês Ramalho usou o segundo mês de salário para comprar uma câmera fotográfica.
Foi quando ela começou a construir o próprio acervo de imagens que a acompanhou da vida adulta à velhice.
Lembranças que hoje estão nas paredes, nos porta-retratos e nas dezenas de álbuns na sala de estar.
Álbuns de fotos, porta-retratos e painéis são algumas das memórias de Inês Ramalho Thaís Brito/g1 Natural de Quixadá, no interior do Ceará, ela relembra que a infância, nos anos 1950 e 1960, foi de pouco acesso às fotos.
Algumas das imagens da família eram colocadas em monóculos fotográficos, quando elas vinham dentro de um objeto em formato de cone com uma lente de aumento em uma das pontas.
Nesse período, Inês conta que ainda não era comum que fotógrafos passassem pelas casas oferecendo seu serviço.
Ela recorda que esta atividade estava mais restrita às escolas.
Para ela, isso mudou na vida adulta, quando teve a própria câmera analógica.
“Uma vez, eu viajei para Gramado [Rio Grande do Sul] e mandei revelar 200 fotos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Ceará.