Mailza ouve demandas do setor madeireiro e defende medidas para ampliar geração de emprego e renda no Acre
A governadora e candidata à reeleição Mailza Assis (PP) participou, nesta sexta-feira (28), de uma reunião com representantes do setor madeireiro na Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa), em Rio Branco. O encontro foi marcado pela apresentação de demandas do segmento e pela discussão de medidas para reduzir entraves à atividade produtiva.
Entre os principais pontos apresentados pelos representantes do setor estão questões relacionadas ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), uso controlado do fogo, reposição florestal, concessão de florestas públicas, compensação ambiental, conversão de multas e reserva legal.
Durante a reunião, os representantes do setor madeireiro elencaram oito pontos considerados prioritários:
1. Iphan; 2. Funai; 3. Uso controlado do fogo, conforme os artigos 38 a 40 do Código Florestal; 4. Reposição florestal, com possibilidade de pagamento pecuniário; 5. Concessão florestal em áreas de florestas públicas; 6. Compensação ambiental; 7. Conversão de multas ambientais; 8. Reserva Legal, com possibilidade de redução para até 50% nas áreas previstas pelo Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), considerando a elevada ocupação do território por unidades de conservação e terras indígenas.
Durante a reunião, Mailza afirmou que o setor madeireiro possui potencial para impulsionar a economia acreana e destacou a necessidade de o governo ouvir as demandas dos empresários e trabalhadores antes de definir medidas.“O setor madeireiro é um setor que pode alavancar a nossa economia. Para isso, a gente precisa ouvir, precisa entender, para tomar as providências necessárias para que esse setor seja observado e nós tenhamos condições de garantir o que eles precisam para gerar economia, emprego e renda para o nosso estado.”
A governadora também defendeu a utilização sustentável dos recursos florestais, conciliando a atividade econômica com a preservação ambiental.
“A gente pode extrair nossas riquezas da madeira que estão aí preservadas, mas que podem, de forma inteligente, de forma saudável, ser extraídas, protegendo o meio ambiente, sem destruição, e gerar economia para o nosso estado.”
Um dos participantes da reunião, Jorginei Barbosa, parabenizou Mailza pela disposição em ouvir o setor e defendeu a continuidade da gestão.“É isso que nós precisamos. Quero agradecer pelo que a senhora começou a fazer e dizer que a sua continuidade, para nós, é muito importante. O que a senhora tem é coragem para fazer.
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