sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
PEC da Segurança pode tirar R$ 500 milhões do esporte, dizem entidades Quem é Haakon 8º, que assume trono da Noruega após morte do rei Harald 5º Alta do petróleo impulsiona venda de carros elétricos no mundo Como seis meses de guerra no Irã abalaram mercado de petróleo, preço dos combustíveis e ações Carros híbridos e elétricos são maioria entre lançamentos do Festival Interlagos Veja cinco capacidades preocupantes da IA expostas no ataque de agentes da OpenAI Como será o show de Péricles no Rock in Rio, com tributo à black music da Motown Estudo faz o retrato mais completo dos sacrifícios humanos no Império Inca Coreia do Sul analisa obrigar mulheres a servir no Exército Ex-assessor da Casa Branca é multado por lucrar com discursos de Trump PEC da Segurança pode tirar R$ 500 milhões do esporte, dizem entidades Quem é Haakon 8º, que assume trono da Noruega após morte do rei Harald 5º Alta do petróleo impulsiona venda de carros elétricos no mundo Como seis meses de guerra no Irã abalaram mercado de petróleo, preço dos combustíveis e ações Carros híbridos e elétricos são maioria entre lançamentos do Festival Interlagos Veja cinco capacidades preocupantes da IA expostas no ataque de agentes da OpenAI Como será o show de Péricles no Rock in Rio, com tributo à black music da Motown Estudo faz o retrato mais completo dos sacrifícios humanos no Império Inca Coreia do Sul analisa obrigar mulheres a servir no Exército Ex-assessor da Casa Branca é multado por lucrar com discursos de Trump
Últimas

Pedreiro elogiado por juiz diz que sempre gostou de estudar: 'Sou curioso'

UOL Notícias ·
Pedreiro elogiado por juiz diz que sempre gostou de estudar: 'Sou curioso'

O pedreiro Edilson Takahara, 49, que surpreendeu os juízes ao assumir a própria defesa em uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, no último dia 17 de agosto, afirmou que se dedicou por cerca de 50 horas para estudar o próprio caso e que não esperava receber elogios dos magistrados.

Edilson contou que assumiu a própria defesa após um advogado deixar o processo ser extinto. Em entrevista ao UOL , o pedreiro lembrou que o profissional foi negligente e abandonou o caso sem resolução de mérito. "Ele não me avisou nada", disse.

No início de 2024, o pedreiro afirmou que conseguiu ajuizar novamente o processo. Na época, ele disse que descobriu o "jus postulandi", o direito que a parte tem de entrar com um processo e se defender na Justiça sozinha, sem precisar de um advogado. "Foi espontâneo, eu não tive preparo com intenção de estudar para entrar na área do direito, eu só queria a resolução do meu caso", afirmou.

Ele ressaltou que chegou a procurar por quatro vezes a construtora que prestou serviço, mas não houve acordo. "Mandaram eu ir para a Justiça, e foi o que eu fiz", disse. "Fui batalhando, lendo sozinho, usei bastante inteligência artificial para me ajudar", disse.

Edilson Takahara calcula que se dedicou aos estudos por cerca de 50 horas. Ele também conversou com outras pessoas, incluindo advogados. "Eu fui razoavelmente preparado porque eu sabia que em toda fase do processo eu tinha que ser objetivo, não adiantava chegar lá e xingar. Tem que falar simplesmente do jeito que aconteceu, fui preparado e consciente disso", contou.

Edilson disse que não esperava a reação dos juízes. "Eu não imaginava que ia receber elogios. Eu fiquei surpreso. A única coisa que eu pesquisei antes sobre essa questão de não ter advogado foi a estatística. Acabei descobrindo que no Brasil poucas pessoas que optam por esse caminho têm sucesso".

Para ele, mais difícil do que assumir a sustentação oral, foi ter que comprar a roupa adequada para o dia da audiência. "Foi uma batalha, eu tive muita dificuldade, não queria comprar", afirmou.

O pedreiro sustentou seus argumentos pelo reconhecimento de vínculo de emprego. Antes de iniciar sua fala, ele afirmou que precisou estudar a legislação trabalhista do Brasil, mesmo após algumas pessoas dizerem que ele não aprenderia. "Para mim, não é tão fácil, acho que todo mundo sabe disso. Porque eu tive que me esforçar para vencer essa barreira de criar coragem de vir até aqui, mesmo com todo mundo dizendo: 'Olha, não adianta, você não vai saber falar'. Então, eu me esforcei estudando o básico em relação à CLT, em relação ao meu caso", relatou ele.

A hora em que eu cheguei lá, procurei falar com naturalidade, falar da maneira mais rápida possível. Fiz o resumo e levei anotado os quatro pontos que eu queria mencionar, mas acabei só falando dois, que eram os principais, com foco em esclarecer que eu não era um profissional autônomo. Edilson Takahara

Edilson Takahara, que é natural do Paraná, diz que começou a trabalhar na obra em setembro de 2023. Ele havia acabado de chegar com a família para morar em Manaus e não tinha emprego.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›