terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
França e Suécia fecham acordo bilionário militar para ‘fortalecer pilar europeu’ na Otan Partido de Carney vence em três distritos e retoma maioria no Parlamento canadense Rússia promete assistência ao Irã em meio a conflito com EUA Trump sugere revisar posição dos EUA sobre Ilhas Malvinas Atentado com carro-bomba mata uma pessoa e deixa feridos na Colômbia Pezeshkian afirma que Irã retomará negociações se EUA cumprirem acordo Iraque se recusa a manter tropas norte-americanas no país após 30 de setembro Chefe do Exército dos EUA renuncia em meio a tensões com Pete Hegseth Empresa dos EUA assume campos de petróleo na Venezuela, anuncia Casa Branca Computação quântica exige preparação estratégica antes da adoção comercial França e Suécia fecham acordo bilionário militar para ‘fortalecer pilar europeu’ na Otan Partido de Carney vence em três distritos e retoma maioria no Parlamento canadense Rússia promete assistência ao Irã em meio a conflito com EUA Trump sugere revisar posição dos EUA sobre Ilhas Malvinas Atentado com carro-bomba mata uma pessoa e deixa feridos na Colômbia Pezeshkian afirma que Irã retomará negociações se EUA cumprirem acordo Iraque se recusa a manter tropas norte-americanas no país após 30 de setembro Chefe do Exército dos EUA renuncia em meio a tensões com Pete Hegseth Empresa dos EUA assume campos de petróleo na Venezuela, anuncia Casa Branca Computação quântica exige preparação estratégica antes da adoção comercial
Economia

Veja quais setores demitiram e quais contrataram sem 'taxa das blusinhas'

UOL Economia ·
Veja quais setores demitiram e quais contrataram sem 'taxa das blusinhas'

Após a suspensão da "taxa das blusinhas", com revogação do imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, houve redução de vagas de trabalho no comércio e na indústria, mas contratações no setor de logística , mostra estudo da LCA Consultoria Econômica. Produtores e varejistas nacionais dizem que o fim da tarifa ameaça milhares de empregos. Setor de mobilidade defende que maior acesso da população a produtos aquece economia.

O Brasil gerou mais de 218 mil empregos formais entre maio e junho, após o governo federal suspender a taxa de importação de 20%. A análise usou dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) referentes aos dois primeiros meses em que a tributação não estava valendo.

Os setores que pediam proteção tiveram redução de quase dez mil vagas de trabalho. O emprego no varejo recuou 0,06% e a indústria têxtil caiu 0,40%, o que soma perda de 9.146 vagas em um universo de 2,3 milhões de empregos.

Já setor de logística abriu mais de 15 mil novas vagas de trabalho somente no mês de junho. O diretor da LCA, Eric Brasil, diz que o emprego responde a fatores macroeconômicos e que o imposto não é o fator determinante nesse cenário.

O e-commerce internacional impulsiona novos empregos no Brasil. E o consumo das famílias brasileiras depende do acesso a produtos baratos, do estímulo à concorrência e do fortalecimento da infraestrutura logística e tecnológica. É preciso eliminar barreiras que interferem na previsibilidade de investimentos e retardam o desenvolvimento econômico e social no Brasil André Porto, diretor-executivo da Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia)

Uma MP (Medida Provisória) do governo federal para derrubar o imposto aguarda confirmação do Congresso Nacional, que deve votar a pauta ainda hoje. O texto precisa ser votado até 8 de setembro, senão perde validade.

Apesar do apelido, a tarifa não atinge só roupas. Quando a taxa estava em vigor, todas as encomendas internacionais acima de US$ 50 recebiam imposto de 20%.

Produtores nacionais dizem que, sem o imposto, milhares de empregos e a economia do Brasil são ameaçados. Uma nota assinada em 7 de abril por 52 entidades do setor produtivo brasileiro, incluindo a CNC (Confederação Nacional do Comércio) e a CNI (Confederação Nacional da Indústria), alerta que a taxa ajudou a criar 860 mil empregos diretos no comércio e 578 mil na indústria até o fim de 2025.

Destacam que a tarifa garante competição leal com plataformas estrangeiras. A carta alerta que a produção nacional enfrenta uma carga tributária de aproximadamente 90% sobre o valor das mercadorias, enquanto as plataformas asiáticas pagam cerca de 45%.

Empresas afirmam que a taxa impulsionou contratações. A carta das entidades ressalta que, no período em que a taxa existiu, o país registrou o menor índice histórico de desemprego (5,1% em 2025).

Governo perderá bilhões em arrecadação, dizem empresas. O grupo afirma que a perda total na arrecadação federal pode chegar a R$ 42 bilhões por ano, caso a taxa não retorne.

O imposto foi criado pelo próprio governo federal em agosto de 2024 para atender pedidos da indústria nacional.

Ler a notícia completa no UOL Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

Mais de UOL Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›