Vivo e Starlink estão próximas de acordo para internet via satélite no Brasil
A Vivo e a Starlink estão mais perto de iniciar o fornecimento de internet via satélite, apurou o site Tecnoblog .
Fontes ouvidas pelo site afirmam que ambas estão perto de efetivar o acordo e começar a prover o serviço.
Segundo o TeleSíntese , a negociação entre a Vivo e a Starlink começou em julho deste ano.
A operadora de telefonia estaria interessada em oferecer conectividade direta entre satélites e celulares, usando o que é conhecido comercialmente como Direct-to-Device (D2D).
A conexão via satélite é útil principalmente para situações de emergência em regiões remotas. (Imagem: AdrianHancu/Getty Images) O Direct-to-Device (D2D) é uma tecnologia que permite aos smartphones se conectarem diretamente a um satélite , sem depender de uma antena externa convencional.
Essa solução é compatível com a maioria dos celulares topo de linha recentes, geralmente utilizada para contactar serviços de emergência ou trocar mensagens de texto.
Diferentemente da rede móvel tradicional, o uso do D2D não é tão prático .
Uma das limitações mais importantes é física: não pode haver obstáculos entre o celular e o satélite para efetuar a conexão.
Mesmo assim, o D2D é apontado como alternativa, principalmente em locais remotos em que os sinais de 4G ou 5G são inexistentes ou fracos.
Segundo o Tecnoblog , clientes da Starlink começaram a flagrar uma rede chamada “Vivo Starlink” com mais frequência no sistema da provedora.
Em julho deste ano, o Conselho da Diretoria da Anatel definiu que serviços de comunicação direta entre satélite e dispositivos (D2D) só são permitidos por meio de uma parceria com provedores de telefonia móvel que detenham o direito de uso de radiofrequências.
Essa exigência é temporária e faz parte de um sandbox regulatório, que também exige o fornecimento de resultados à Anatel.
Nem a Vivo nem a SpaceX se manifestaram sobre o acordo Desde a reportagem da TeleSíntese , nem a Vivo nem a SpaceX se manifestaram sobre o assunto .
Os detalhes acerca da colaboração também são incertos, portanto não está claro se a operadora vai oferecer o serviço sem custo adicional ou se irá cobrar uma taxa equivalente ao roaming internacional.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.