quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Imagem de eleitores do PT usando tornozeleira eletrônica ao votar é falsa› Senadora diz que governo tem 'estratégia' para mudar calendário para 6x1› Augusto Cury apoia Lula ou Flávio no segundo turno? O que candidato disse› Governador do PP diz que fará campanha para Lula apesar de apoio do partido a Flávio› Passageira é investigada pelo FBI após tirar a roupa e se masturbar em voo nos Estados Unidos› Alckmin faz campanha para Lula na periferia de SP e destaca abstenção alta no 1º turno› Caso Miguel: TJPE mantém condenação de Sari a sete anos de prisão por morte› Zelensky afirma que sua delegação se reunirá com enviados de Trump nos EUA› Borges: Confusão sobre Garotinho está na conta da Justiça Eleitoral› Paraná é o segundo estado mais rápido para abrir uma empresa no Brasil› Imagem de eleitores do PT usando tornozeleira eletrônica ao votar é falsa› Senadora diz que governo tem 'estratégia' para mudar calendário para 6x1› Augusto Cury apoia Lula ou Flávio no segundo turno? O que candidato disse› Governador do PP diz que fará campanha para Lula apesar de apoio do partido a Flávio› Passageira é investigada pelo FBI após tirar a roupa e se masturbar em voo nos Estados Unidos› Alckmin faz campanha para Lula na periferia de SP e destaca abstenção alta no 1º turno› Caso Miguel: TJPE mantém condenação de Sari a sete anos de prisão por morte› Zelensky afirma que sua delegação se reunirá com enviados de Trump nos EUA› Borges: Confusão sobre Garotinho está na conta da Justiça Eleitoral› Paraná é o segundo estado mais rápido para abrir uma empresa no Brasil
Últimas

Leilões de baterias devem deixar mais de 98% da potência inscrita de fora

Veja ·
Leilões de baterias devem deixar mais de 98% da potência inscrita de fora

Os primeiros leilões de baterias de grande porte do Brasil, previstos para dezembro, devem terminar com mais de 98% da potência cadastrada sem contratação.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu 6.091 projetos, que somam impressionantes 296,8 gigawatts (GW), mas as estimativas de mercado apontam para uma contratação de apenas 2 GW a 5 GW.

Isso significa que, mesmo no cenário mais otimista dessa faixa, menos de 2% da capacidade inscrita conseguiria contratos.

A disputa pode movimentar bilhões de reais em investimentos, mas há um problema adicional: parte dos interessados ainda não sabe se conseguirá transformar seus projetos em negócios rentáveis.

A diferença entre a oferta e a demanda esperada ajuda a explicar o tamanho da seleção.

Mas não é o único obstáculo.

Juros elevados, indefinições sobre a distribuição dos custos e exigências de implantação podem reduzir o número de concorrentes efetivos.

O cadastramento, afinal, não representa um compromisso definitivo de investimento.

A portuguesa EDP, por exemplo, inscreveu projetos que somam cerca de 750 megawatts (MW), mas ainda avalia quantos levará efetivamente à disputa.

Em entrevista ao Radar Econômico, o presidente da companhia no Brasil, João Brito Martins, alertou para as incertezas sobre a remuneração e os encargos associados aos empreendimentos.

“Talvez o principal seja definir quem é que pagará essa conta”, afirmou o executivo.

Segundo Martins, a indefinição pode levar empresas a exigir remuneração mais elevada para compensar os riscos ou até a desistir da competição.

Continua após a publicidade Há também o peso dos juros.

Com títulos públicos oferecendo retornos próximos de IPCA mais 8% ao ano, empreendimentos de infraestrutura precisam apresentar rentabilidade suficiente para compensar os riscos de construção e operação.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›