O fim da novela Corinthians$Memphis Depay
Um presidente minimamente responsável teria chamado o jogador quando a temporada foi interrompida para a Copa do Mundo, avisado que o clube não suportava o custo da irresponsabilidade do presidente anterior, agradecido pelos serviços prestados e como, inegavelmente, o holandês havia caído nas graças da Fiel, oferecido uma bela despedida.
Depois da Copa, quando Memphis nem para bater pênalti acabou utilizado pela Laranja Mecânica, começou um braço de ferro desgastante, bizarro, ridículo mesmo, que culminou com o aparente fim das negociações.
Só que Memphis quis porque quis ficar no Corinthians e não cabe aqui especular por quais motivos.
E começou a reduzir suas exigências até chegar ao ponto em que, aparentemente de novo, o Corinthians pode arcar com o desembolso e até faz bom negócio por se livrar de mais um transfer ban insuportável.
Parece inevitável que Memphis seguirá fingindo que joga e o clube fingindo que paga ainda cifras com as quais uma dívida de 3 bilhões de reais desaconselha.
O torcedor apaixonado festeja e argumenta que clube não é banco para mirar lucratividade e deve perseguir títulos, satisfeito com os três que Memphis colaborou grandemente.
Cálculos feitos por IA revelam que o custo/benefício dele, mesmo considerando que as taças que ajudou a conquistar não viriam sem ele, na melhor das hipóteses significaram 26 milhões de reais negativos e, na pior, 56 milhões.
Quantias que Flamengo e Palmeiras podem suportar por um título estadual, uma Copa do Brasil e uma Supercopa.
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