terça-feira, 27 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Sevandija: STF retira julgamento sobre escutas da sessão desta terça (27) e não marca nova data

G1 ·
Sevandija: STF retira julgamento sobre escutas da sessão desta terça (27) e não marca nova data

Sessão plenária do STF Rosinei Coutinho/STF O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou da sessão desta terça-feira (27) o julgamento sobre a validade das escutas telefônicas da Operação Sevandija.

O caso seria analisado pela Segunda Turma e ainda não tem nova data.

A operação apontou o que é considerado o maior esquema de corrupção da história de Ribeirão Preto (SP).

A retirada aparece no andamento do processo, no site do STF, com o registro “retirado da mesa”, feito nesta terça.

Na prática, o recurso saiu da lista de casos da sessão.

O registro não informa o motivo nem quem pediu a retirada.

O recurso é da defesa do ex-secretário de Administração Marco Antônio dos Santos, um dos réus da operação.

Ele contesta a decisão do relator, ministro Nunes Marques, que em 2024 validou as interceptações e derrubou uma anulação feita pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) dois anos antes. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Até agora, só Nunes Marques votou, para manter as escutas válidas.

O julgamento começou em setembro de 2025, em sessão virtual, e já tinha sido interrompido duas vezes por pedidos do ministro Gilmar Mendes.

O caso seria analisado nesta terça em sessão presencial.

A defesa sustenta que as decisões que autorizaram e prorrogaram as escutas, em 2016, não tinham fundamentação.

O Ministério Público afirma que os pedidos da investigação traziam elementos concretos e que o juiz podia se basear neles.

Ao longo das investigações, todos os investigados negaram envolvimento no esquema.

Agora no g1 O que acontece agora Para ser julgado, o recurso precisa voltar a uma sessão da Segunda Turma.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›