Ativos do BNDES ultrapassam R$ 1 trilhão pela primeira vez
Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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Os ativos totais do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) chegaram a R$ 1,058 trilhão em junho. É o maior valor já registrado pela instituição. O dado será anunciado nesta quarta-feira (12), com a divulgação do balanço financeiro.
Houve um crescimento de R$ 374 bilhões (55%) dos ativos em três anos e meio, já que, no final de 2022, o valor era de R$ 684 bilhões.
O aumento foi contínuo nos últimos anos. Passaram de R$ 841 bilhões em 2024 para R$ 962 bilhões ao fim de 2025, chegando a R$ 995 bilhões no primeiro trimestre deste ano.
No mesmo período, a carteira de crédito expandida alcançou R$ 678,2 bilhões, alta de 14% em relação a 2025 e o maior patamar desde 2016.
O balanço também registra rentabilidade e baixa inadimplência . No acumulado de 12 meses, encerrado em março, o lucro recorrente foi de R$ 15,6 bilhões. A inadimplência acima de 90 dias ficou em 0,046% em março. A média do Sistema Financeiro Nacional é de 4,33%. A política do banco também tem sido de ampliar a atuação em obras de infraestrutura e o financiamento à produção de biocombustíveis .
"O BNDES alcançou o tamanho necessário para promover o desenvolvimento econômico que o Brasil precisa, com ampliação de crédito para as empresas e negócios de todos os portes, além da realização das mais importantes obras de infraestrutura, como a modernização da Nova Dutra, a expansão de 11 aeroportos, entre eles o de Congonhas, e a produção de biocombustíveis, por exemplo", afirma o presidente da instituição, Aloizio Mercadante .
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