Foguete, robô, IA: festival de inovação em MG antecipa tendências e debate futuro do mercado
HackTown: o que não pode faltar na mochila de quem vai ao festival de inovação em MG Um foguete que já voou, um robô que trabalha no terreiro de café e uma inteligência artificial capaz de ler um desenho técnico em poucos minutos.
À primeira vista, as tecnologias parecem não ter muita coisa em comum.
Mas todas nasceram de um problema concreto e ajudam a mostrar uma transformação que já começou a chegar ao trabalho. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram As iniciativas estão entre os projetos apresentados no HackTown, festival de tecnologia, inovação e criatividade realizado em Santa Rita do Sapucaí, cidade com cerca de 40 mil habitantes conhecida como o Vale da Eletrônica, no Sul de Minas.
Em comum, as soluções têm a tentativa de fazer mais do que simplesmente substituir uma pessoa por uma máquina.
A inteligência artificial e a automação aparecem, em muitos casos, para assumir tarefas repetitivas, reduzir o esforço físico ou analisar uma quantidade de informações que um trabalhador sozinho levaria muito mais tempo para processar.
A pergunta que fica é: se as máquinas começam a fazer parte dessas atividades, o que sobra para o trabalhador? Inteligência artificial é testada em diferentes formatos e aplicações durante o HackTown Júlia Reis/g1 Do sol do terreiro ao controle remoto No campo, a tecnologia começa justamente onde falta gente para fazer um trabalho que sempre dependeu de força e repetição.
Depois que o café é colhido, os grãos precisam passar pelo processo de secagem.
No terreiro, eles são espalhados e revirados várias vezes para que a umidade seja retirada de maneira uniforme.
É uma tarefa que exige tempo, mão de obra e esforço físico.
E encontrar trabalhadores para esse tipo de atividade tem sido um desafio cada vez maior para os produtores.
Foi dessa dificuldade que surgiu uma plataforma robótica desenvolvida em Santa Rita do Sapucaí.
O equipamento é elétrico e, atualmente, controlado remotamente.
Ele percorre o terreiro e movimenta os grãos, mantendo uma camada uniforme de aproximadamente um centímetro.
Robô desenvolvido em Santa Rita do Sapucaí ajuda a revirar os grãos de café durante a secagem e reduz o esforço físico dos trabalhadores no terreiro Júlia Reis/g1 Juliana de Araújo Moreira Ribeiro, administradora e produtora de café, diz que a máquina nasceu de uma dificuldade sentida dentro da própria propriedade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.