“Ela matou o marido para ganhar a eleição”: ataques a Raquel Lyra em Pernambuco geram revolta
A campanha ao Governo de Pernambuco ganhou destaque nacional após a circulação de cartazes ofensivos contra Raquel Lyra , governadora e candidata à reeleição pelo PSD.
As peças apócrifas (sem autoria confirmada), divulgadas nas redes sociais, faziam referência à morte do marido dela, Fernando Lucena, e a associações com Flávio Bolsonaro (PL) , Flordelis e Elize Matsunaga .
A repercussão dos ataques a Raquel Lyra gerou uma onda de condenação por parte de diversas figuras políticas.
As informações são do Ric.com.br .
A governadora e candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), chorou em vídeo ao rebater cartazes apócrifos espalhados pelas ruas que a acusam falsamente de ter relação com a morte do seu marido nas eleições de 2022.
Foto: Reprodução/Redes Sociais Raquel Lyra expressou sua indignação com os ataques pessoais, principalmente por envolverem sua família e a perda de seu marido .
Cadê meu Pix? Candidatos do PT reclamam de não receber dinheiro do fundo eleitoral Em vídeo, a governadora pediu respeito e classificou a situação como um ato de crueldade sem limites .
Ela reforçou que as ofensas, que iniciaram nas redes sociais, se espalharam pelas ruas do Centro do Recife, configurando um episódio de violência política.
Repercussão dos ataques Raquel Lyra e a reação da oposição Um dos cartazes apresentava uma foto de Raquel ao lado de Flávio Bolsonaro, com a inscrição “chapa anti-Lula” .
Outra peça caluniosa ligava a morte de Fernando Lucena , ocorrida em 2 de outubro de 2022 por infarto, à campanha eleitoral, sugerindo que a governadora teria “matado o marido para ganhar a eleição” .
Uma terceira imagem relacionava Raquel Lyra a Flordelis e Elize Matsunaga .
Moro anuncia que seu presídio de segurança máxima se chamará El Salvador; entenda O principal adversário de Raquel Lyra na eleição, João Campos (PSB) , também se manifestou, classificando a circulação dos cartazes como absurda.
Ele afirmou que qualquer tentativa de vincular o material à sua campanha resultaria em consequências criminais.
Campos destacou a g ravidade de usar tragédias familiares na política , lembrando a morte de seu pai, Eduardo Campos, durante a eleição presidencial de 2014.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.