Abel Ferreira rompe pacto e se comporta como varzeano
Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, tem um comportamento inadmissível no futebol profissional
Abel Ferreira vive uma contradição constante: vive criticando o futebol brasileiro, mas é aqui que consegue um salário em torno de R$ 5 mil mensais – que a sua querida Europa nunca lhe ofereceu. Enquanto ganhava títulos, as reclamações eram em torno do calendário e vinham embaladas como conselhos de quem só quer ajudar. Agora, com títulos rareando e sem conseguir fazer o time jogar bem, resolveu se comportar como um treinador varzeano.
No empate contra o Mirassol, invadiu o campo e chutou um microfone localizado perto da área técnica. O juiz – criticado por ele após o jogo – não fez nada. Mas o STJD fará e é possível que ele seja punido. Na última vez, foram sete jogos em que foi substituído por um auxiliar tão truculento quanto.
Não foi só. Para defender seu trabalho, Abel rompeu um pacto de vestiário, algo sagrado. Colocou a culpa em um jogador. Personalizou o fracasso. Nenhum jogador gosta de ter o dedo apontado para seu rendimento. Os companheiros também não. Quem foi traíra com um, será com todos. Se faz isso com o time na liderança, o que fará se for ultrapassado?
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.