quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Cavernas do Pará escondem mistérios; duas novas espécies são encontradas

G1 ·
Cavernas do Pará escondem mistérios; duas novas espécies são encontradas

Cavernas de Carajás guardavam espécies ainda desconhecidas pela ciência Jonas Eduardo Gallão Duas novas espécies de caracóis foram descobertas em cavernas da Serra dos Carajás, no Pará, durante um levantamento da fauna subterrânea da região.

A identificação ocorreu após três anos de expedições científicas, que investigaram 31 cavernas e encontraram gastrópodes — classe de animais representada por caracóis, caramujos, búzios e lesmas — em 15 delas.

O estudo, publicado na revista científica ZooKeys, registrou sete espécies de gastrópodes terrestres.

Entre elas estão duas novas para a ciência: Rectobelus arsayae e Scolodonta carajaensis. 📱 Acompanhe o Terra da Gente também no Instagram A pesquisa também representa o primeiro registro de exemplares vivos do gênero Rectobelus no Brasil.

Até então, os registros se baseavam somente em material arqueológico, sem confirmação de uma população atual.

O trabalho também traz o primeiro registro da espécie Tamayoa decolorata no país.

A descoberta chama a atenção porque os caracóis são relativamente pouco comuns em ambientes cavernosos.

Além disso, as cavernas investigadas em Carajás são formadas principalmente por rochas ricas em ferro, e não por calcário — fator ambiental normalmente associado à ocorrência desses moluscos.

Veja mais notícias do Terra da Gente, no g1: NAS ALTURAS: Quais urubus existem no Brasil? Conheça cinco espécies e suas diferenças RARO: Vídeo inédito mostra abelhas nativas limpando narina de águia-serrana em MG MEIO AMBIENTE: Reserva Mamirauá completa 30 anos e consolida modelo de conservação Cavernas ferruginosas Caracóis terrestres precisam de cálcio para construir suas conchas.

Por esse motivo, cavernas calcárias — formadas por rochas ricas em carbonato de cálcio — costumam oferecer condições favoráveis para esses animais.

As cavernas de Carajás, porém, estão associadas a formações ferruginosas e de sílica.

Ou seja, a composição do solo da região tem predominância de ferro e sílica, e não de calcário.

Veja o que é destaque no g1: Agora no g1 O próprio estudo destaca que as pesquisas sobre gastrópodes em cavernas desse tipo ainda estão em estágio inicial.

Segundo Rodrigo B.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›