TSE rejeita pedido e ex-prefeita de Colombo, Beti Pavin, segue inelegível
O ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou, em 17 de julho, um pedido apresentado pela ex-prefeita de Colombo, Beti Pavin (MDB), para suspender uma decisão que a tornou inelegível.
Beti está inelegível por oito anos após a Justiça Eleitoral reconhecer fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 em Colombo. Na época, ela era presidente do MDB no município e, segundo o TRE-PR, participou da composição da chapa que incluiu Ângela Maria Uber . De acordo com a Justiça Eleitoral, a candidatura de Ângela era fictícia.
Agora, Beti Pavin pediu que a inelegibilidade fosse suspensa até o julgamento definitivo do recurso que ela apresentou ao TSE. No entanto , Nunes Marques negou o pedido porque entendeu que não havia probabilidade suficiente de a Corte aceitar o recurso de Beti ..
A defesa sustentou que a condenação atribuiu a responsabilidade à ex-prefeita e a deixou inelegível porque ela ocupava o cargo de presidente do MDB de Colombo . No entanto, argumenta que Beti apenas praticou atos de gestão partidária, como assinar o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), indicar uma candidata para uma vaga remanescente e convidá-la para integrar a chapa.
A defesa também afirmou que a inelegibilidade é uma sanção pessoal e depende da comprovação de participação direta ou de ciência e concordância com a irregularidade.
Além disso, à Banda B, a ex-prefeita afirmou que pretende seguir apresentando recursos ao Tribunal.
O MDB , partido de Beti Pavin, foi consultado pela Banda B sobre o assunto e não se manifestou até a publicação desta notícia.
O caso envolve uma investigação sobre fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024 em Colombo .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.