Golpe de investimentos falsos chega a movimentar R$ 300 milhões em um dia; uma vítima perdeu mais de R$ 37 milhões
140 pessoas são vítimas de esquema de investimentos falsos Cento e quarenta pessoas foram vítimas de um esquema de investimentos falsos que funcionava em três estados brasileiros.
Só uma delas perdeu mais de R$ 37 milhões.
Para arrancar essa fortuna, a quadrilha montou um teatro digital.
A idosa foi atraída para grupos de mensagens formados por falsos especialistas.
O cenário de profissionalismo era a isca perfeita para uma armadilha.
“Isso perdurou por diversos meses.
E ela seguia as sugestões de investimento nesse grupo no sistema tradicional e teve lucro.
Aí então, ela foi captada e aliciada e aceitou as sugestões de abrir uma conta que depois se descobriu ser falsa, e fazer os aportes através de transferências bancárias”, diz Bernardo Regueira Campos, advogado da vítima. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia É assim que os criminosos manipulam as vítimas: eles criam uma falsa relação de confiança e estimulam transferências milionárias, até dar o bote final e desaparecer com todo o dinheiro.
Os bandidos usavam "laranjas" para abrir empresas de fachada e contas bancárias.
O objetivo era pulverizar o dinheiro rápido e converter tudo em criptomoedas.
O que mais impressionou os investigadores foi a capacidade financeira da quadrilha.
Só uma das empresas de fachada ligadas ao esquema movimentou quase R$ 300 milhões em um único dia.
“A organização criminosa tinha um poderio financeiro muito grande e que nos leva a crer que tinham milhares de contas bancárias, milhares de empresas e pessoas laranjas”, afirma João Vitor Herédia, delegado da Polícia Civil RS.
Golpe de investimentos falsos chega a movimentar R$ 300 milhões em um dia; uma vítima perdeu mais de R$ 37 milhões Jornal Nacional/ Reprodução A operação, batizada de "Criptoabate", cumpriu nesta quinta-feira (13) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e São Paulo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.