O que disse secretário de Tarcísio a Haddad em telefonema sobre abordagem da PM
O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) relatou, na manhã desta quarta-feira (12), que seu carro de campanha foi perseguido e abordado por policiais militares armados com fuzis , na noite anterior, na zona sul de São Paulo, após deixá-lo em casa.
O incidente, descrito pelo próprio candidato como “ostensivo e intimidador”, levou a Secretaria da Segurança Pública (SSP), sob responsabilidade do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), a determinar a identificação das equipes envolvidas e o secretário Osvaldo Nico Gonçalves a telefonar para Haddad em busca de informações.
Na noite de terça-feira (11), Haddad voltava de uma aula magna na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) quando, ao chegar à sua residência na zona sul da capital, uma viatura da Polícia Militar (PM) “jogou luz no carro”, segundo o próprio candidato.
Ele desceu do veículo e entrou em casa.
O motorista seguiu viagem, mas não ficou livre da perseguição.
A viatura continuou acompanhando o carro de campanha do petista.
O motorista, então, estacionou em frente a um hotel, entrou no estabelecimento e, ao perceber que os policiais permaneciam no local, foi até eles questionar o motivo do acompanhamento.
Os agentes carregavam fuzis e, após o questionamento, disseram ao motorista para “vazar”.
Segundo o advogado de Haddad, Hélio Silveira, a abordagem durou cerca de 40 minutos .
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