Jovem desaparecida há 4 anos é identificada através de lesão na canela em MT; entenda
Amanda Marques Lobato teve ossada localizada 4 anos após desaparecimento em MT Reprodução Quatro anos depois do desaparecimento, uma lesão na perna ajudou a identificar Amanda Marques Lobato, que desapareceu aos 18 anos, em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá.
A ossada foi encontrada às margens da BR-070 e identificada após uma investigação da Polícia Civil e um exame de DNA feito com material genético da mãe da jovem.
Com a identificação, a família pôde receber os restos mortais e realizar os procedimentos funerários.
A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias da morte e busca identificar como os fatos aconteceram e se houve responsabilidade criminal. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Amanda desapareceu em março de 2022.
O caso foi registrado no dia 21 daquele mês, com a informação de que ela havia sido vista pela última vez em 13 de março.
A ossada foi localizada por uma equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças durante outra investigação.
No local, também foi encontrada uma bala de revólver.
Segundo a Polícia Civil, o vestígio, sozinho, não permitiu determinar a causa da morte.
Lesão ajudou a identificar Durante a análise dos restos mortais, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) identificou uma característica na região da canela que poderia indicar uma lesão ou alteração anterior.
A partir dessa informação, os investigadores cruzaram os dados com registros de pessoas desaparecidas e levantaram a possibilidade de que a ossada fosse de Amanda.
A equipe procurou a mãe da jovem, Claudia Marques Ferreira, e perguntou se Amanda tinha alguma lesão naquela região do corpo.
A informação coincidiu com a característica observada na ossada e reforçou a suspeita.
Para confirmar a identidade, foi coletado material genético da mãe para comparação com o perfil obtido nos restos mortais.
O exame confirmou que a ossada pertencia a Amanda.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.