Ao contrário de Bolsonaro, Lula não está protegendo o filho, diz Haddad
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Candidato ao governo paulista, Fernando Haddad (PT) afirmou hoje, durante sabatina UOL /Folha, que, ao contrário do que fez o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o presidente Lula (PT) não protege o filho Fábio Luís Lula da Silva das investigações conduzidas pela Polícia Federal envolvendo o seu nome.
"Vazamento inquérito é crime". Haddad afirmou que qualquer vazamento de informações de um inquérito que corre na Justiça sob sigilo é crime e deve ser investigado. "Tanto é que o ministro André Mendonça abriu inquérito para investigar o vazamento", disse. O petista ainda destacou que Lula não substituiu o ministro da Justiça, o delegado-geral da PF nem o delegado responsável pelo inquérito. "Ele não fez o que Bolsonaro fez para proteger os filhos", afirmou em relação a Lulinha. O filho mais velho do presidente é investigado em três inquéritos que miram suposto tráfico de influência e corrupção em prol de empresas junto ao governo federal.
"A economia paulista está patinando". Assim como tem repetido nas agendas externas, Haddad criticou a condução de Tarcísio sobre as contas públicas. Segundo o petista, a "economia paulista está patinando" e é importante que o eleitor conheça melhor os dados públicos para tomar sua decisão em primeiro ou segundo turno. "A economia de São Paulo está crescendo 0,4%, 0,5% contra 2, 2,3% do país. É importante que o eleitor de São Paulo, o cidadão de São Paulo, possa conhecer esses dados e cobrar qualquer que seja o governo eleito do dia 4 de outubro", disse.
Pesquisas ainda mostram muita diferença entre elas. Ao comentar os resultados das mais recentes pesquisas — que apontam ser possível uma vitória em primeiro turno do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos)—, o petista ressaltou que há diferenças significativas entre elas, mas reconheceu que a disputa, por ora, não o tem favorecido. De acordo com a última pesquisa Datafolha, Tarcísio venceria a disputa se a eleição fosse hoje em primeiro turno, com 52% dos votos válidos.
Não nego que essa seja uma eleição difícil, mas não disputo eleição em função de sua facilidade ou dificuldade. N osso papel é transformar esse período de 50 dias no melhor aprendizado possível para todos nós. Fernando Haddad
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.