Na Noruega, um turista é multado em mais de 5.000 dólares por despertar um urso polar com uma sirene marítima
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A péssima ideia de acordar urso polar com uma buzina marítima custou mais de US$ 5.000 para um turista desavisado no gelo da Noruega. A brincadeira de mau gosto assustou o predador no seu habitat e a guarda local não perdoou essa infração ambiental.
O viajante passeava de barco quando avistou o bicho descansando em um bloco de gelo e resolveu ligar a sirene pesada só para testar a reação. Essa atitude barulhenta quebrou as regras de ouro do arquipélago de Svalbard , um santuário onde a paz da natureza intocada é levada muito a sério pelas autoridades.
O jornal Infobae reportou que o som ensurdecedor fez o grandalhão branco pular de susto e fugir correndo pela neve fina. Os guias da região denunciaram o caso na hora e o espertinho tomou a notificação da polícia antes mesmo de pisar em terra firme.
Mexer com o sossego da fauna no polo norte pesa bastante no bolso e acaba com o orçamento de qualquer viagem de férias. O valor exigido do infrator passou dos US$ 5.000 , o que dá uma fortuna violenta quando a gente converte o dinheiro para o real brasileiro.
O governo daquele país não alivia quando o assunto é proteger as espécies que já sofrem bastante com o derretimento acelerado das geleiras. Existe uma lei ambiental dura que proíbe qualquer pessoa de se aproximar, alimentar ou perturbar os bichos nativos durante os passeios turísticos no mar.
A regra vale para todo mundo, desde quem faz caminhada no gelo até a galera que banca expedições luxuosas durante o verão europeu. O foco da legislação é garantir que a vida selvagem mantenha a sua rotina em paz, livre do estresse causado pelo barulho dos motores e das buzinas humanas.
Curtir o frio extremo exige muito bom senso para você voltar para casa apenas com fotos bonitas e sem dor de cabeça com a justiça. Respeitar o espaço das espécies é a regra número um de quem deseja pisar em um paraíso ecológico desses.
Preste atenção nestas dicas simples para não passar vergonha no exterior:
Tentar dar um calote no sistema do país é a pior ideia possível para quem toma uma notificação com um valor tão alto. O passaporte do gringo pode ficar retido na saída do aeroporto até que a fatura de US$ 5.000 caia integralmente na conta do governo local.
Além do risco de ficar preso no frio, a pessoa mancha a ficha na imigração e perde o direito de entrar na região em passeios futuros. No fim da história, respeitar o silêncio da terra alheia sai bem mais barato do que tentar dar showzinho no meio do oceano congelado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.